quinta-feira, 30 de maio de 2024

A cultura do cancelamento digital


As facilidades encontradas nas redes sociais promovem uma série de eventos. Essa facilidade faz com que as pessoas possam aparecer, “gratuitamente”, e ganhar a sua notoriedade, por vezes, pouco importando o conteúdo real do que publica.

Cada um assume o papel que lhe cabe e dentro do seu público alvo, vamos dizer assim, vai ganhando seus seguidores. Uma fama que nem sempre acontece tão fácil quanto se imagina, mas que de certa forma, muito se parece com um “castelo de cartas”.

Essa volatilidade abre portas com a mesma facilidade que fecha. Os agravos, quando a sua opinião não bate com a de outra pessoa e ela resolve questionar publicamente sem medir os termos, pode trazer sérios problemas. Dependendo de quem se posiciona do outro lado, você pode ter questões tão profundas, que acabam afetando o psicológico, a saúde mental das pessoas.

Nem sempre, melhor dizendo, normalmente nós não estamos preparados para os infortúnios dessa natureza. E esses infortúnios podem chegar até qualquer um, assim, meio que do nada, eles só batem na porta e pronto. Depois disso o tamanho do problema, do estrago causado vai depender do quanto à brincadeira vai reverberar.

A cultura do cancelamento nasceu meio que como um instrumento regulatório para esse meio digital. Algo que poderia servir de medida para que ninguém passasse da conta, mas que se tornou um instrumento sem o menor senso de direção. Ele pode até acertar, mas as suas bases são tão toscas e totalmente sem critérios, que esse acerto é raro.

Não se pode pensar em justiça dessa forma, não se pode pesar em justiça realizada por cabeças que não param para analisar os fatos. A grande maioria das pessoas estabelecem julgamentos e distribuem condenações sem o menor conhecimento de causa. Elas não param para medir as consequências, só batem, sem realmente se importar em medir o que estão fazendo.

Isso acaba tornando a sociedade digital, muito inquisitiva. As pessoas tomam como senso fragmentos de uma informação, muito poucos buscam conferir a veracidade dessa informação, e promovem o seu julgamento baseadas nesse fragmento. Ora, só com isso dá para entender que o erro é evidente.

Sem falar no que, propositalmente, é lançado como informação e que de fato são mentiras ou distorções de verdade. A internet esta cheia delas, dessas inverdades, dessa implantação de informações indevidas. Tem um monte de gente que faz isso e com os objetivos mais tenebrosos que você pode imaginar.

Em termos gerais, a internet colocou a informação do mundo todo ao nosso dispor. Cabe a cada um de nós desenvolver as aptidões necessárias para lidar com ela, a saber identificar o que é verdade e desprezar as informações indevidas. Cabe a cada um de nós fazer o uso devido do fator cancelamento, eliminando o que vem de ruim dentro de tudo o que lhe enviam.

É difícil saber julgar. Então eu diria que na dúvida não repasse, não julgue, não tome uma atitude que possa prejudicar ninguém, se você realmente não tem a certeza do fato. Não dê asas aos absurdos, nem transforme uma mentira em uma arma devastadora. Tome tento!

 

Aélio Jalles (Lelo)




 

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quinta-feira, 23 de maio de 2024

Sua omissão tem preço


De quantas decisões a mais você vai preferir ficar de fora?

Essa ideia de se eximir das decisões já está tomando rumos indesejáveis. Existe um exagero de ausência e a tomada de decisões acaba sempre nas mãos de algumas poucas pessoas. Quase sempre pessoas que; de verdade, muito pouco se importam.

Quando falo de pessoas que muito pouco se importam, estou falando das pessoas mais egoístas, que só tomam decisão em causa própria. Essas pessoas estão desligadas do bem comum e se estão presentes, estão porque querem levar vantagem no que estão fazendo.  

Martin Luther King, em um dos seus discursos, fez uma referência a esse estrago que o silêncio das pessoas bem intencionadas acaba fazendo. É por conta desse silêncio, pesaroso, que as pessoas mal intencionadas conseguem ganhar notoriedade. Elas se fazem presentes e tiram proveito das situações mais diversas.

Sabe aquela pessoa que só reclama do condomínio e tudo o que foi decidido, esse é o mesmo que diz: “não vou participar da reunião, porque lá não se decide nada que preste”. Ele se ausenta, fica de fora e esquece que lá foi definido o que ele vai ter que cumprir.  Lá foi tomada uma decisão, que independente da vontade dele, todos, sem exceção, vão ter que cumprir.  

Isso serve para raciocinar sobre tudo o que nós vivemos. É fácil alguém dizer que prefere não participar, que não quer fazer parte, ou que não quer ser o responsável pelo que está acontecendo. A questão é saber entender que; o que foi decidido na sua ausência, também foi decidido por você e por todos os outros que decidiram se omitir.    

Quando você se dá o direito de não fazer parte de uma decisão, você está declarando que vai acatar o que foi decidido pelos outros. Quem fica de fora, quem não quer ter trabalho de negociar, perde a oportunidade de deixar registrado a sua opinião e acaba deixando de influenciar a decisão final.

Participar não significa ganhar a discussão, ou fazer valer a sua vontade. Mas significa que você vai ter o direito de falar, de expor o seu ponto de vista e dependendo do que você vai dizer e da forma que você vai se expressar, você pode mudar o rumo de muitas decisões que são tomadas.

Isso serve para o condomínio, isso serve para a comunidade que você faz parte, os grupos de amigos, isso serve para a política também. Na verdade, em todos esses casos, estamos falando de política e em cada uma dessas situações estamos fazendo a referência do exercício da democracia.

Todos nós temos por obrigação aprender a negociar e a fazer parte da tomada de decisões. Isso é a mais pura representação da democracia e esse é o exercício de boa vontade que cada um de nós deve estar disposto a aprender, dia após dia.  

A ausência, a comodidade, a omissão, tem um preço, e na maioria das vezes, muito maior que a dor de cabeça da negociação.

 

Aélio Jalles (Lelo)




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quinta-feira, 16 de maio de 2024

O beijo que tem o sabor de vida


Sim, a maturidade tem seus encantos. Nem dá para explicar o quão prazeroso pode ser o desabrochar de um sentimento, um sentimento que é capaz de romper a casca e brotar assim, apontado em dois corações já tão endurecidos.  

Por vezes as experiências da vida provocam esse efeito endurecedor nos corações. É que a comparação inevitável do que já foi vivido, aqui e ali, ressalta um amargo na boca. É um sabor proveniente de muita coisa que já foi digerida a força e que acaba colocando em ênfase as dúvidas e as incertezas.  

Unir pessoas que já caminharam tanto, que já tem tanto tempo de estrada, requer o desprendimento do passado. Imagine que os fatores externos ganham peso, às vezes por nada, às vezes um peso maior do que deveriam e essas cascas, que machucam muito mais do que protegem, precisam ser removidas com muito cuidado e carinho. 

Essas cascas que acabamos usando como escudos, também nos apertam e nos limitam. Endurecemos pelas pancadas da vida e perdemos a sensibilidade do carinho que ainda podemos receber. Chega a hora de aliviar o peso e enxergar a possibilidade de voar mais uma vez. 

Voltar a acreditar no amor e na decisão que pode ser tomada, entre duas pessoas, de levar uma relação em frente. Mesmo com todas as diferenças de personalidade que possam se apresentar, a maturidade deve ter a perspicácia de encontrar os caminhos e fazer valer o sabor que uma boa relação, nessa idade, é capaz de proporcionar.

A sabedoria da idade deve nos oferecer a leveza, a paz, a harmonia e todos os bons sentimentos que regem uma relação plena. Isso é como cruzar a faixa final e receber como prémio, todos os bons sabores que a vida pode e deve oferecer.

Está na hora de recusar os dissabores e decidir pela construção de uma conexão plena. Uma conexão que faz o encontro dos corpos ser muito mais que um ato sexual e que oferece em cada beijo esse sabor diferente, como em um agridoce, que não se explica, mas que explode na boca e tem sabor de vida.

 

Esse texto foi construído através de um diálogo digital,

pelo Aélio Jalles (Lelo) e a Cristiene Menezes (Ene).

Um texto literalmente construído a quatro mãos.




 

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quinta-feira, 9 de maio de 2024

Muito mais que mãe



Eu me lembro de ter visto um discurso do Kevin Durant, jogador de basquete dos Estados Unidos, onde ele creditou a mãe, o seu sucesso. Ele falou de forma emocionada, na ocasião, sobre as dificuldades que a mãe enfrentou para criar ele e o irmão. Ele descreveu o processo doloroso de vida que ela enfrentou, sozinha, para criar dois filhos.

Lembro que ele chamou a atenção da plateia para a mãe. No momento em que ela foi identificada por todos ele disse: “mãe, não consigo acreditar que estou vivendo esse momento”. Eu estou aqui sendo considerado o melhor entre tantos grandes jogadores. “Olha ai mãe, tá vendo o que você fez”!

Para uma mãe, na verdade, pouco importa no que vai dar o seu sacrifício. Uma mãe simplesmente se doa, ela se entrega a vida do filho de forma voluntária, gratuita, e mesmo que qualquer feito do filho possa lhe encher de orgulho, no fundo o seu desejo é que ele saiba ser feliz.

O processo da maternidade faz com que uma mulher tenha a capacidade de se doar e se desdobrar. Independente de erros e acertos, não existe um manual para isso, ela passa a se dedicar, para a capacitação, para o desenvolvimento cognitivo e motor, daquele ser humano, como se isso fosse o essencial, o todo da sua vida.   

Ao título de mãe, no dicionário, deveria ter uma descrição muito mais imponente. Ser mãe, é assumir em tempo integral, independe de remuneração, um trabalho que exige um aprendizado e um aprimoramento permanente. Para completar um trabalho que não tem nenhuma garantia de resultado. 

Muito mais que mãe, ela passa a ser nutricionista, socióloga, professora, psicóloga, terapeuta educacional e mais uma infinidade de especializações. Uma dinâmica que vai se construindo de acordo com a necessidade do filho, um processo de especialização que deveria ser visto com outros olhos, que deveria ser muito mais valorizado em um currículo, por exemplo.

Por tudo isso não dá para, diante de alguém que assumiu esse papel, um filho ter outro sentimento que não seja o de gratidão. Independente de erros e acertos, a essa doação incondicional não cabem críticas, apontamentos, questionamentos. A isso cabe somente o desenvolvimento da nossa capacidade de retribuição.

Sem retirar toda a beleza daquele momento, muito menos o valor do sucesso pessoal que ele alcançou, eu modificaria o texto do Kevin Durant dizendo somente: “mãe, você conseguiu”. O fato de ter feito com que o filho sobrevivesse ao mundo, e de uma forma qualquer conseguisse êxito e felicidade, daria a qualquer mãe a sensação de dever cumprido.

Mesmo eu não tendo conseguido ainda um título de destaque, quem sabe um dia, eu uso o mesmo argumento para agradecer o fato de ter sobrevivido, através dela, a essa loucura que é a vida, e poder viver meus bons momentos de felicidade.

Então, ressaltando toda a importância dela na minha vida, eu digo: “obrigado mãe, você conseguiu”!

 

Aélio Jalles (Lelo)

 


 

 

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A mentira de mil vezes

O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou p...