Mostrando postagens com marcador reflexões sobre os erros e acertos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reflexões sobre os erros e acertos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

O poder que o dinheiro confere



“Você sabe com quem está falando”?

Homem, rico, hétero, branco, esse é o simbolismo da pessoa para quem a sociedade gosta de olhar e acreditar. Essa é a pessoa que tem todos os atributos necessários, para se sentir forte e poderoso.

Nós humanos, temos uma cultura implantada pelo conceito de patriarcalismo, da figura do “homem”, “branco”, “rico”, como espelho de realização de vida. Esse é o espelho de uma sociedade desigual, que oferece oportunidades diferenciadas, mas que tem na posse, na capacidade de ser detentor de bens, a referência de tudo.

A questão é que esse conceito acaba deixando de fora muitas outras coisas que deveriam pesar como objetivo real de vida. Realizações pessoais, relacionamentos, pertencimento, bem-estar social e outros conceitos que podem preencher a vida de uma energia positiva. São êxitos que, sem sombra de dúvidas, promovem felicidade tanto quanto, ou até mais que os bens materiais.

Nessa linha de raciocínio, e aqui como uma visão bem pessoal, se faz necessário entender que a estadia nesse asteroide, é uma passagem, é uma ligação entre as etapas, quem sabe, de uma mesma vida. Se não levamos nada de material, isso é fato, a diferença deve estar no campo energético que somos capazes de gerar.  

Assim, cabe o entendimento de que esse campo energético, positivo ou negativo, é o que deve referenciar a tal prestação de contas dessa passagem. Certo disso, comungo com o raciocínio idealizado pelo filme do Homem Aranha, de que: “quanto maior o poder, maior a responsabilidade”.

Quanto mais se é capaz de conquistar, maior deve ser a responsabilidade sobre o resultado final dos feitos. A influência e o efeito das decisões de uma pessoa, impacta na vida das outras pessoas de acordo com o tamanho da condição social, da força e do poder que ela tem nas mãos.

Nesses termos, esse “poder” que o dinheiro confere jamais deveria servir de exaltação; ele deve conferir é responsabilidade. Uma responsabilidade ainda mais direta, pela vida, pelo bem estar, de um círculo maior de pessoas.   

Então, que, independentemente da crença, Deus, Universo, ou o que seja, cada ser que se diz humano, deve entender essa responsabilidade e fazer a diferença. Que cada um possa ser efetivo e saiba provocar bons efeitos, com o poder que tem nas mãos.    



Aélio Jalles (Lelo) 


 


 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Filhos, o registro mais doce da existência



Eu tenho a convicção de que meus filhos me foram enviados pelo universo como dádivas. De alguma forma essa ligação de vida faz parte de uma trama maior, uma trama do processo de desenvolvimento espiritual, uma trama que se faz expressar em meio ao turbilhão que é a vida.

Não é uma relação de perfeição, isso é um fato. Nos vemos, percebemo-nos e nos questionamos durante toda essa trama da vida. Como pai, sei que cada um de nós procura acertar na forma e na medida de tudo aquilo que é feito.

É engraçado perceber que os ciclos da vida vão se repetindo e nos apresentando as curiosidades. Fui tão questionado quanto as atitudes, do que eu cobrava e exigia desses filhos, do que eu determinava, e hoje vejo a repetição do ciclo.  

A mesma questão da alimentação, por exemplo, do que eu obrigava e direcionava para comer, vejo repetido com a mesma ênfase nas minhas netas. São outras verdades é claro, são outras as informações disponíveis e é outra a aplicação, mas a conduta e a determinação se seguem na mesma valia.  

Também critiquei meus pais, também jurei não cometer os mesmos erros, mas o fato é que acabei cometendo, além de alguns dos mesmos, outros. Experimentei de sentimentos como a arrogância das minhas certezas, ao oposto, a insegurança apontada em situações que fugiram das minhas mãos.

E entre uma coisa e outra, tem a vida que não para um só instante, que não nos deixa repensar e que muito menos aceita rasuras. Hoje eu entendo que não existe uma coisa única que faça a vida valer, que ela se faz por um conjunto de muitas situações e acasos.

O fato é que os filhos são os registros mais gratificantes da nossa existência.  Eu queria encontrar a forma certa de dizer isso a eles, de poder descrever com as ênfases necessárias, que eles são os frutos mais representativos da grandeza da minha vida.

Quando um dia eu fechar todos os meus capítulos, quando não tiver mais a chance de escrever, quero ter deixado destacado esse capítulo, o dos meus filhos. De alguma forma, quero ser merecedor de um reconhecimento carinhoso, de ter sido capaz de deixar algumas boas marcas nos corações deles.     

Meu sentimento é que essas marcas ecoariam como o registro mais doce da minha existência.

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo)




 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


 

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

A cultura hierárquica do ter


No conceito “Aristocrata” da educação a que todos nós brasileiros fomos sujeitos, o trabalho é para escravos, ou no máximo, para os subservientes. Na cabeça dessa sociedade, esses são seres humanos, os ditos trabalhadores, que vieram ao mundo somente para servir aos caprichos dos detentores do poder e do dinheiro.

Dar valor econômico ao conhecimento intrínseco de quem sabe fazer as coisas, em uma sociedade que não sabe dar valor ao trabalho, é muito difícil. Fazemos parte de uma sociedade que não sabe reconhecer o valor econômico do saber fazer, da competência, de uma forma mais generalizada.

A nossa formação social vem de uma cultura hierárquica do ter, sem dar muita importância ao que você realmente é, ou representa. O ato de possuir bens, não importando de onde vem essa posse, oferece ao detentor um status, uma posição social, também não importando o esforço, muito menos a legitimidade dessa posse.

Em um conceito muito bem apresentado pela Marilena Chauí, somos uma sociedade comandada pelos herdeiros. Pessoas que já nasceram em “berço de ouro”, sem a necessidade de batalhar pela vida e que muito pouco conhecem dos valores do trabalho e da meritocracia. Com todo respeito as exceções, é claro!

Para comprovar isso, basta que sejam analisadas as linhagens dos nossos congressistas. Temos um congresso repleto de filhos, netos, genros e apadrinhados das famílias que se dizem nobres, e que estão lá para representar somente interesses particulares dessas famílias, sem jamais representar os reais interesses do povo. Mais uma vez quero deixar claro o meu respeito as exceções.

Esses mesmos excelentíssimos senhores, esquecem que o que acontece com o povo pesa sobre a vida deles. Quanto melhor e mais saudável for a sociedade, quanto mais bem desenvolvida, mais vamos ter uma adequação cotidiana, com bem menos violência e muito mais serviços de qualidade, por exemplo.  

O investimento em cultura provoca mudança, uma mudança que promove a qualidade dos contextos e isso implica nas condições de vida, inclusive desses herdeiros. É o que faz o entorno da vida de todo mundo ser muito mais saudável e é exatamente o que se ouve falar dos países com uma maior evolução social.

A cidadania cultural é a transformação da maneira de enxergar, de querer fazer com que o país dê certo. É importante a compreensão de que o engrandecimento do todo, traz benefícios diretos, inclusive, aos interesses pessoais e privados desses mesmos herdeiros.  

 

Aélio Jalles (Lelo)




 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida


 

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Crítico ou problemático


Segundo Mario Cortella, nós não nascemos prontos!

É como se tivéssemos sido tirados do forno antes da hora, com a necessidade de complementar o nosso processo de formação, principalmente o aprendizado de raciocínio, com a roda da vida girando. 

Na nossa formação existem lacunas de pensamento que são complementados pela convivência com o outro. É a família, os professores, os amigos, o convívio com os nossos círculos sociais que ajudam na construção do nosso senso, da nossa forma de pensar e agir.   

Na sociedade moderna, nós estamos sempre sujeitos a informação que vem das mais diversas formas de comunicação e essa informação nem sempre é limpa. Boa parte dessa informação é direcionada a formação de uma consciência distorcida.

Tomemos por exemplo a mídia de consumo. Por meio dela você se sente menor por não ter uma roupa de marca, um telefone de última geração, ou seja, você se sente menor por não poder ter, sem a menor importância ao que você realmente é.   

Você chega a esquecer que ser bom deveria ser gentil, ser solidário, ser dinâmico, ser participativo. A questão é que essa mesma mídia destaca quem tem status, dinheiro, posição social, sem nenhum tipo de medida sobre o caráter.     

Esse é o condicionamento empregado pela mídia de consumo, estampada nas novelas e nas propagandas muito bem elaboradas. É através dessa informação distorcida, repetida dia a dia na cabeça das pessoas, que se formam valores também distorcidos de consciência.

São pessoas qualificadas, muita bem formadas, que empregam suas capacitações na formação dessa consciência distorcida. São psicólogos, antropólogos que esqueceram que; quanto maior forem as distorções sociais, quanto maior for o abismo entre as classes sociais, pior fica a vida como um todo.

Em uma sociedade que passa necessidade, mesmo quem tem condições sofre, paga o preço, por conta da violência que isso gera. Saudável é a sociedade que promove a vida, que estende a mão e proporciona condições dignas aos seus semelhantes.   

Por isso na formação pessoal, todos deveriam se questionar se estão sendo críticos, no melhor sentido dessa palavra. Todos deveriam se perguntar até onde estão absorvendo informações e agindo, sem o devido senso, somente tomando como verdade o que está sendo jogado nas redes sociais.   

A questão é saber se você é capaz de continuar aberto ao processo de aprendizado pela vida, ou se você começa a se entender pronto, cheio da sua própria verdade. Um ser crítico, que pensa, não é intolerante, é respeitoso, é aberto ao novo.

Um ser crítico não impõe, ele abre opções, ele negocia. Ser crítico, nesse caso, é pensar no todo, é promover e proporcionar condições favoráveis ao bem comum.   

 

 

Aélio Jalles (Lelo)




E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

quarta-feira, 23 de julho de 2025

A institucionalização do vício


 

Você já reparou como, de repente, as apostas viraram febre, todo mundo está apostando em tudo?

 

O que antes era visto como ilegal, hoje é apresentado como "entretenimento". Só que toda essa facilidade do jogo, não está levando em conta as consequências e um mundo de complicações implícitas a essa prática.   

 

Não sou um especialista, mas é fácil entender que essa conta está sendo paga com a alma das pessoas mais vulneráveis. É que do outro lado da tela, existe gente, gente de carne e osso, gente que já vive no limite do emocional, do financeiro e principalmente à beira de um colapso existencial.

 

Meu avô dizia que: “só se deve apostar o dinheiro que não faz falta. Quando passa disso, o jogo lhe rouba o chão. A pessoa passa a enxergar o jogo como a chance da vida, sem entender que a banca é quem ganha, sempre”.

 

O mais perverso disso tudo é que esse ciclo viciante, faz com que a pessoa continue jogando, mesmo quando já perdeu tudo. É a sensação de quase vitória, as recompensas intermitentes emolduradas em prêmios que reabrem na mente possibilidade de um ganho que nunca vai acontecer.

 

As apostas acertam não só no bolso, elas roubam o discernimento, em um processo muito parecido com o vício das drogas. O apostador não consegue realmente entender que esse é um sistema que foi feito para tirar infinitamente mais do que devolver.

 

E onde está o Estado nisso? Da direita à esquerda, a maioria dos parlamentares aprovou a liberação das chamadas "bets", ignorando esses impactos sociais e as consequências devastadoras que elas estão causando.

 

Eles legalizaram o vício sem oferecer acolhimento, prevenção, educação ou suporte psicológico. Literalmente eles transformaram o desespero popular em um produto tributável. Autorizaram, incentivaram e estão lucrando com isso.

 

Quantas vidas ainda serão destruídas antes que a política perceba o suicídio econômico que é essa legalização do vício está provocando. Jogo não é solução para a fome, para as angústias, para a solidão e muito menos para a economia.

 

A promessa de ganho rápido, normalmente é vendida por quem está ganhando, e ganhando muito, com isso. Não se pode tratar como medida econômica, o que na prática é, a exploração emocional e financeira.

 

Essa institucionalização do vício, na verdade é a institucionalização da negligência, do abandono de um povo a sua própria falta de sorte!

 

Aélio Jalles (Lelo)




E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


quinta-feira, 10 de julho de 2025

Os registros da nossa existencia



A vida nos apresenta aos amigos de uma diversidade de formas. As vidas que se aproximam pelos laços de família, pelo trabalho, pelas afinidades cotidianas e as outras mais diversas fontes e vias de pessoas que se chegam e se somam a vida da gente. Gente que enche de cor e graça a nossa estadia nesse plano astral.   

 

Eu gosto do convívio, de me sentir parte e integrar os círculos sociais com os quais a vida me presenteou. Um amigo chegou a me dizer que eu era dependente demais dessas amizades e que isso era uma carência, era o meu medo da solidão se exacerbando e ditando as regras da minha vida.

 

Com o amadurecimento posso até dizer que aprendi a conviver comigo mesmo. Mesmo assim considero que os amigos são muito importantes, são como um patrimônio. Eles representam o lado mais bonito da vida e por isso faz bem dar valor, adubar essas amizades, mesmo ciente de que elas não são eternas.

 

É ao lado dos amigos que nós vivemos os momentos mais inesquecíveis. São aventuras, travessuras e alegrias que ficam registradas na memória e que ganham um colorido novo, com novas versões e interpretações, sempre que nós nos oferecemos o deleite de rememorar as situações vividas.  

 

Essa é uma das razões pelas quais eu digo que devemos beber dessa fonte e tirar o melhor proveito possível dessas amizades. Essas amizades devem ser vividas de forma plena, intensa, para que possam ser transformadas em lembranças da melhor qualidade.

 

Eu posso dizer que aprendi a duras penas que; as amizades são dinâmicas, que nem todos os amigos permanecem tão próximos, quanto eu gostaria que fosse. Não da mesma forma; não com a mesma intensidade; não tão presentes quanto foram um dia. É que o tempo e o momento de vida de cada um, são preponderantes e alheios a nossa vontade.   

 

Esses “Encontros e Despedidas”, tão bem descritos na música do Milton Nascimento, se transformam no registro da nossa existência. Nada pode apagar o valor que cada uma dessas pessoas que passaram pela vida da gente, deixa registrado. São essas lembranças que nutrem a eternidade das nossas memórias.

 

Por isso, hoje mais do que nunca, quero abraçar a cada um dos meus amigos, os que ainda posso. Acredito que esses registros vão reverberar o amor da nossa existência, por toda uma eternidade.

 

 

Aélio Jalles (Lelo)

 

 



 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

(85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Tiktok: https://www.tiktok.com/@aeliojalles

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


 

quinta-feira, 22 de maio de 2025

A dialética de uma verdade


Um dos maiores entraves de qualquer relação, seja de amor, ou de amizade, é a falta da capacidade de ouvir e pensar juntos. Quando nos relacionamos, e a outra pessoa se nega ao direito de perceber a nossa opinião, de ponderar sobre ela, é hora de parar e repensar a relação.

Quando alguém tem que gritar para impor a sua verdade, é porque ela enterrou o bom senso e passou a acreditar que a sua opinião é a única válida. Você vai perceber que a outra pessoa, e isso cabe aos dois, tenta colocar a sua verdade como absoluta.

Essa é a hora de pensar e perceber que essa energia negativa não lhe cabe, é melhor não receber o peso dessa carga e não se colocar nesse mesmo patamar. É preciso romper o ciclo de energia ruim que se formou e se colocar de lado, nem que seja momentaneamente, para que você possa se reposicionar adequadamente.       

O relacionamento humano é e deve ser sempre dialético. Todos devem se manter aberto, sempre, para poder ouvir e se manter na condição de aprendiz. É dessa forma que se mantem uma evolução cognitiva, é dessa maneira que a capacidade de raciocinar vai se aprimorando.

Um dos interlocutores apresenta o que seria uma tese, o outro pode conectar com uma nova linha de raciocínio e abre uma antítese, e os dois juntos devem buscar, da melhor forma possível, uma síntese. Em uma troca de opiniões, um oferece, não impõe, ao outro o que tem de conhecimento.

Com a condição de estar aberto a chegada de mais informação, essas verdades vão se mantendo em estágio de formação e de evolução permanentes.  É muito importante entender que nenhum dos dois tem o domínio da verdade absoluta e que as verdades são dinâmicas.

Em uma relação proativa, e com a utilização do princípio da dialética, as duas pessoas crescem. Elas sempre vão sair de qualquer que seja o embate, maiores, melhores e cada vez mais aprimoradas.   

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

 (85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/a%C3%A9lio-jalles-25140926/

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

 

segunda-feira, 28 de abril de 2025

A recompensa não e material


Durante a nossa existência temos a chance de espalhar uma diversidade de sementes pelo mundo e muitas delas, aparentemente, nem são frutíferas.

No jardim da vida, mesmo que involuntariamente, plantamos de um tudo, e aquilo que nem plantamos, mas que de alguma forma usufruiu do nosso cuidado e carinho, também acaba florescendo.

Cada uma das nossas atitudes vai gerando seus efeitos e apesar dos percalços, a maior parte delas, segue dentro do que fomos estruturando para as nossas vidas. No entanto, nem toda recompensa vem de forma assim tão tangível, de forma palpável.   

Muita coisa lhe é devolvida pela vida na forma de um sentimento, ou até mesmo com gestos que enchem a nossa existência de sentido e que no fundo, nos oferecem a sensação grandiosa de ter valido a pena.

A devolução de um ato de gratidão, em um momento oportuno, chega a parecer um milagre. Um sentimento profundo de agradecimento, entre pessoas que enfrentaram condições adversas de vida.

Uma senhorinha, uma moça velha, por assim dizer, tomou conta do final de vida da vizinha. Uma mãe que tinha sido abandonada pelo marido, uma pessoa carente, com uma doença irreversível e com um filho ainda pequeno.   

Anos depois, mais de 10 anos depois, esse filho volta em busca dessa senhorinha. Ela, ainda em uma vida cheia de restrições, passando as mesmas necessidades, mas que, na época, mesmo não conseguindo salvar a vida da sua mãe, tinha se desdobrado e de uma certa forma, salvo a vida dele, o filho.    

Esse menino, hoje homem e com condições de vida já equilibrada, buscou encontra-la e, com toda a gratidão que lhe cabia, disse: estou de volta. Agora eu lhe retribuir e lhe oferecer condições adequadas de vida.

Ele a abraçou e adotou a senhorinha como mãe. Ele a ofereceu muito mais que condições materiais, ele ofereceu a ela o amor e carinho que ele gostaria de ter dado a própria mãe.  

É o bem que retornando a quem o fez, faz o mundo ser melhor. É a energia do amor que foi plantada, dando suas voltas e oferecendo os frutos devidos!

 

Aélio Jalles (Lelo)

 


 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

 (85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

segunda-feira, 21 de abril de 2025

O Papa Chico

 


"Deixemo-nos contagiar pelo bem.”

                     Papa Francisco


De uma forma bem peculiar, o chamo aqui de Papa Chico, como forma de dizer que a simplicidade da sua conduta me marcou e me permitiu, com todo respeito, o desejo de conotar essa intimidade.

Muito além da religião, de todos os ensinamentos e acima de tudo que possa pregar o Cristianismo, esse foi o Papa que nos deu uma lição atrás da outra, do que é o amor. Esse foi o Papa que pode nos oferecer um certo resgate dos valores da humanidade, em cada uma das suas mensagens.

Ele apontou que o caminho para a construção de uma irmandade mundial, passa pela chamada: “Cultura do Encontro”. A cultura do ver, entender e respeitar uns aos outros, aprendendo a conviver com as diferenças.   

Acho que nunca as ideias de liberdade, igualdade e fraternidade, ideais pregados pela Revolução Francesa e pela Inconfidência Mineira, ganharam tanta voz.  Ideias que deveriam nortear todas as ações da raça que se diz humana.

Francisco foi a voz que pregou a união, a conciliação e o diálogo de uma forma simples e ao mesmo tempo enfática. Ele foi o testemunho vivo de uma nova dimensão para a espiritualidade, como um novo prólogo da significância do verbo: “amarás ao teu próximo”.

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

 (85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


segunda-feira, 7 de abril de 2025

Entre o viver e o existir


 

Em uma discussão entre dois adolescentes, falando da vida e de como ela deveria ser vivida, um perguntou ao outro:

“se hoje uma fada lhe oferecesse a oportunidade de escolher entre duas opções de vida”:

1º - a opção de viver, a partir desse momento, mais 20 anos, tendo como prémio a realização plena de todos os seus desejos.

2º - a opção de viver, a partir desse momento, mais 100 anos, só que todos os seus desejos seriam realizados pela metade”.

E aí, qual seria a sua opção?”

Na verdade, essa é uma luta constante, existencial, uma luta entre a razão e a emoção. Uma luta que permeia a existência de todos nós e que eu duvido tenha uma resposta que possa ser considerada totalmente correta.  

Reproduzindo o conceito dessas filosofias de vida, eu digo: a maior sabedoria é a que faz com que você percorra o caminho que vai da cabeça até o coração, indo e voltando o tempo todo, se utilizando dessa habilidade para a tomada de uma decisão.

A cabeça, como o exemplo de pensamento lógico, sensato, que toma por base as vertentes dos riscos e benefícios de uma atitude. Já o coração, esse evoca toda a alusão ao sentimento, aos valores intangíveis que envolve o impulso e a emoção de uma ação.   

Nesse sentido, a fada, nada mais é do que essa aptidão. Uma aptidão que pode nos conferir a capacidade de enxergar o mundo, na medida e do jeito certo. Parece até meio utópico já que, nós, meros mortais, somos limitados pelas imperfeições do desenvolvimento cognitivo.

De certo que a felicidade se encontra em movimento, por isso o viver requer coragem e ação. É preciso seguir em frente, trabalhando no seu desenvolvimento pessoal, e, entre os erros e acertos, conferir o saldo do que foi positivo.

Acredito que cada um de nós deva ser protagonista da própria história. Que entre o viver e o existir, cada um corra os riscos que forem necessários, para colher o melhor do que a vida tem para oferecer.

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

E-mail: aeliojalles@gmail.com

 (85) 9 8696.0738

Instagran: https://www.instagram.com/aeliojalles/

Facebook: https://www.facebook.com/aelio.jalles

YouTube: https://www.youtube.com/@aeliojalles1610

Blogger: https://aeliojalles.blogspot.com/

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 

#crônicasdocotidiano, #reflexõesdodiaadia, #erroseacertosdoscriptdavida, #scriptdavida, #acontecimentoscorriqueiros, #cronologiadosfatos, #contextosdodiaadia, #circunstanciasdavida

 


A mentira de mil vezes

O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou p...