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quarta-feira, 1 de abril de 2026

A mentira de mil vezes



O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou psicólogo, sou apenas alguém que busca se dar ao direito a alguma lucidez, vivenciando esse mundo das inverdades.

Em um mundo que substitui os valores do “SER”, pelos valores do “TER”, sem dar a menor importância aos meios adotados para esse propósito, nós precisamos aguçar o senso crítico. Qualquer um com o mínimo de humanidade no coração, se torna um alvo fácil dessas pessoas sem escrúpulos.

Uma mentira que vai sendo repetida muitas vezes, acaba oferecendo ao cérebro humano a condição de ser vista como verdade. “A mentira de mil vezes”, é uma afirmação atribuída ao nazista Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler e comumente associada a propaganda política.

No mundo ideal, o poder, com todas as suas forças, deve ser usado para mediar as relações, sem permitir que os mais fortes e poderosos subjuguem os mais fracos. Essa sim seria a melhor concepção de uma realidade, de um mundo mais equilibrado, mais digno, com oportunidades de vida para todos.

O mundo “SEM REIS”, uma linha de raciocínio que diz, literalmente, que: o mundo pode e deve ser meu, ser seu, ser de todas as pessoas e de todos os seres vivos. Um movimento que começa a ganhar força, para que ninguém se ache “forte” demasiadamente, para sair por aí oprimindo, matando inocentes, fazendo o que pensa ou o que quer.      

O poder, em toda sua verdade, tem a obrigação de ser carregado com a responsabilidade e o cuidado pelo bem estar comum. Que então, acima de todas as mentiras, nós possamos entender como verdade, que o poder, principalmente o político, deve ser utilizado para equilibrar os desmandos dos desumanos, dos que buscam impor a sua razão, pela força.

Essa é a verdade que todos nós deveríamos defender, mil vezes!  

 

Aélio Jalles (Lelo)






 

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segunda-feira, 2 de março de 2026

A opressão que mata a mulher



Se faz necessário entender o termo: MISOGINIA!

Ele significa que existe entre nós, seres humanos, uma cultura de desprezo e de subjugamento, pela figura feminina. Uma ideia que se instalou pela sensação de pose enraizada pela sociedade aristocrata, a base da concepção patriarcalista.

É de consenso que essa concepção não vai ser modificada com leis penais, ela exige um processo de desconstrução do machismo. Deve ser algo que acabe com a objetificação das mulheres, a fundamentação de uma educação, uma ação que obrigatoriamente tem que começar na infância, como muito bem dito pela Marilena Chauí, com a formação de um novo conceito de cidadania.  

Não que a aplicação das leis, de uma punição sobre a ação indevida, deva ser deixada de lado. Mas só isso jamais vai conseguir mudar a gravidade do cenário, da forma de pensar do brasileiro, e do impacto desse modo de pensar sobre a violência doméstica e familiar.

Precisamos incluir nessa mesma linha de raciocínio, todos os agravantes que recaem sobre as populações mais vulneráveis. Uma concepção que pode envolver uma ideia muito mais ampla e com muitas outras relações sociais, cito: as relações de classes socias, de raça e de credos.  

Precisamos entender que fazemos parte de uma sociedade cheia de conceitos que precisam ser repensados e reescritos. Por isso mesmo se faz necessário discutir, conversar e reconstruir toda a ideia de relacionamento, de troca e de poder que qualquer pessoa possa ter sobre outra.



Aélio Jalles (Lelo) 




 

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

O poder que o dinheiro confere



“Você sabe com quem está falando”?

Homem, rico, hétero, branco, esse é o simbolismo da pessoa para quem a sociedade gosta de olhar e acreditar. Essa é a pessoa que tem todos os atributos necessários, para se sentir forte e poderoso.

Nós humanos, temos uma cultura implantada pelo conceito de patriarcalismo, da figura do “homem”, “branco”, “rico”, como espelho de realização de vida. Esse é o espelho de uma sociedade desigual, que oferece oportunidades diferenciadas, mas que tem na posse, na capacidade de ser detentor de bens, a referência de tudo.

A questão é que esse conceito acaba deixando de fora muitas outras coisas que deveriam pesar como objetivo real de vida. Realizações pessoais, relacionamentos, pertencimento, bem-estar social e outros conceitos que podem preencher a vida de uma energia positiva. São êxitos que, sem sombra de dúvidas, promovem felicidade tanto quanto, ou até mais que os bens materiais.

Nessa linha de raciocínio, e aqui como uma visão bem pessoal, se faz necessário entender que a estadia nesse asteroide, é uma passagem, é uma ligação entre as etapas, quem sabe, de uma mesma vida. Se não levamos nada de material, isso é fato, a diferença deve estar no campo energético que somos capazes de gerar.  

Assim, cabe o entendimento de que esse campo energético, positivo ou negativo, é o que deve referenciar a tal prestação de contas dessa passagem. Certo disso, comungo com o raciocínio idealizado pelo filme do Homem Aranha, de que: “quanto maior o poder, maior a responsabilidade”.

Quanto mais se é capaz de conquistar, maior deve ser a responsabilidade sobre o resultado final dos feitos. A influência e o efeito das decisões de uma pessoa, impacta na vida das outras pessoas de acordo com o tamanho da condição social, da força e do poder que ela tem nas mãos.

Nesses termos, esse “poder” que o dinheiro confere jamais deveria servir de exaltação; ele deve conferir é responsabilidade. Uma responsabilidade ainda mais direta, pela vida, pelo bem estar, de um círculo maior de pessoas.   

Então, que, independentemente da crença, Deus, Universo, ou o que seja, cada ser que se diz humano, deve entender essa responsabilidade e fazer a diferença. Que cada um possa ser efetivo e saiba provocar bons efeitos, com o poder que tem nas mãos.    



Aélio Jalles (Lelo) 


 


 

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

As reedições de uma mesma vida.....


Com a idade vamos descobrindo que a virada de ano acaba sendo a oportunidade de fazer uma reciclagem da vida. Uma espécie de reedição dessa mesma vida que nós já temos na mão.

Embalados pela ideia de renovação, vamos readequando os objetivos que não foram cumpridos, ou até mesmo que foram deixados de lado pelo decorrer do ano. Colocamos como desculpa, para ter deixado de lado os objetivos, a correria, o atropelo das exigências da vida, a inversão das prioridades que nos foram impostas e coisas assim.

Nesse ponto eu digo a mim mesmo que o mais importante e continuar oferecendo ao universo a possibilidade de dar certo. Mesmo que reeditando os objetivos, continuar tentando e agradecendo o que foi conquistado, talvez seja a forma ideal de oferecer as condições para a atração das coisas boas, para o que é a vida. 

Ninguém deve se furtar ao direito de ser feliz, se escondendo, se fechando. É importante se manter aberto e permitir que a energia da vida flua livremente. Fechar as portas, como quem tem a vontade de fugir das dores da vida, acaba retirando também a condição de que a felicidade aconteça.

E se nem tudo o que você gostaria aconteceu “AINDA”, aproveite esse recomeço, essa virada de ano, de página, e siga a instrução do poeta (Raul Seixas – O maluco Beleza): Levante a cabeça e recomece a andar, tenha fé na vida e tente outra vez! 

Essa é, na minha visão, uma das mais bonitas orações que você deve repetir para você mesmo. Jogue isso para o universo, reedite o que for necessário e agradeça a possibilidade de tudo o que pode acontecer nesse ano, nesse que vem por aí.

O importante é descobrir, cada um do seu jeito e com as suas possibilidades, a maneira mais simples de ser feliz. Então vamos lavar a alma, levantar a cabeça e esperar que o ano aconteça bem, da forma mais bonita que for possível!

Que possamos receber 2026 de braços e coração abertos!

 

Aélio Jalles (Lelo)

 




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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Com quantos perdões se constrói um aconchego



Com quantos perdões se constrói um aconchego?

Embora eu tenha falhado e não tenha conseguido ser um exemplo de manutenção dos relacionamentos, eu sou um confesso admirador dessas boas e consolidadas relações.

Sempre que percebo um casal longevo, me pondero, qual foi o trato dado a cada aresta. Fico pensando o quanto cada um teve que ceder e que tipo de tratado tão bem estabelecido foi feito entre eles, para a construção desse êxito.

Eu sei que nenhuma relação se constrói só com flores e que esse alicerce é sempre muito cravado de espinhos. Nesse termo, abro todo o meu raciocínio buscando a forma certa para a sedimentação dessa minha nova relação, para que eu não deixe, mais uma vez, escapar a possibilidade dessa construção exitosa.

Me chega à boca um amargo, quando imagino que uma desses entraves pode nos pôr um ponto, estabelecendo um fim. Muito mais que a ideia de solidão, ou mesmo de ter que começar mais uma vez uma outra relação, me perturba a ideia de; nessa altura da vida, abrir mão, mesmo que do pouco que conseguimos conquistar.

A intimidade, toda a energia gasta nas trocas e nas vivencias, tem um preço alto demais para ser perdida. Imagino, faço conta, até exagero, acreditando que mesmo pelo pouco tempo da relação, do quão caro é o aconchego que já construímos, nessa nossa idade.

Sonho com esse relacionamento continuado, longevo e solidificado. Sonho para que ele não se ponha em risco e não se deixe levar por nenhuma questão da vida. Que as nossas experiências somadas possam levá-lo em frente, fortalecendo os laços com objetivos claros e bem traçados.  

Por isso, mesmo não sabendo quantos perdões ainda nos restam, desejo que sejamos obstinados, para que; no dia a dia possamos dar razão a conquista desse aconchego tão valioso.

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

A ruptura de um laço


 




Quando um laço de amizade 

é mais forte que a razão, 

não cabe duvidar do amigo, 

que sempre esteve contigo, 

sem largar a sua mão.


Tem sempre uma explicação.

Cabe mesmo é duvidar dos fatos, 

questionar cada parte e entender cada pedaço, 

do que causou a situação.

 

Tem que buscar é no detalhe, 

de onde veio essa motivação. 

Tem que saber que um amigo, 

de graça, jamais vai falhar contigo, 

ou ter essa intenção.

 

Mas se no meio dessa estrada, 

esse laço desatar, 

se esse amigo não mais lhe reconhecer, 

perguntar: quem é você? 

Não adianta se agitar. 

 

Tem que bater a poeira, retomar a dianteira, 

mas não pode se entregar. 

A amizade é um fio de ouro, 

mesmo rompida é um tesouro, 

que a vida o resolveu dar

 

Nessa hora aprenda com a dor. 

Procure recolher o que sobrou, 

pois em cada pedacinho, 

de tudo o que se viveu, tudinho, 

tem guardado o seu valor.

 

Olhe para isso com bons olhos 

e saiba mensurar a situação. 

Tudo tem sua verdade, 

e o valor dessa amizade, 

vai viver sempre guardado 

no fundo do coração.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo)

 

 


 

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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

A cultura hierárquica do ter


No conceito “Aristocrata” da educação a que todos nós brasileiros fomos sujeitos, o trabalho é para escravos, ou no máximo, para os subservientes. Na cabeça dessa sociedade, esses são seres humanos, os ditos trabalhadores, que vieram ao mundo somente para servir aos caprichos dos detentores do poder e do dinheiro.

Dar valor econômico ao conhecimento intrínseco de quem sabe fazer as coisas, em uma sociedade que não sabe dar valor ao trabalho, é muito difícil. Fazemos parte de uma sociedade que não sabe reconhecer o valor econômico do saber fazer, da competência, de uma forma mais generalizada.

A nossa formação social vem de uma cultura hierárquica do ter, sem dar muita importância ao que você realmente é, ou representa. O ato de possuir bens, não importando de onde vem essa posse, oferece ao detentor um status, uma posição social, também não importando o esforço, muito menos a legitimidade dessa posse.

Em um conceito muito bem apresentado pela Marilena Chauí, somos uma sociedade comandada pelos herdeiros. Pessoas que já nasceram em “berço de ouro”, sem a necessidade de batalhar pela vida e que muito pouco conhecem dos valores do trabalho e da meritocracia. Com todo respeito as exceções, é claro!

Para comprovar isso, basta que sejam analisadas as linhagens dos nossos congressistas. Temos um congresso repleto de filhos, netos, genros e apadrinhados das famílias que se dizem nobres, e que estão lá para representar somente interesses particulares dessas famílias, sem jamais representar os reais interesses do povo. Mais uma vez quero deixar claro o meu respeito as exceções.

Esses mesmos excelentíssimos senhores, esquecem que o que acontece com o povo pesa sobre a vida deles. Quanto melhor e mais saudável for a sociedade, quanto mais bem desenvolvida, mais vamos ter uma adequação cotidiana, com bem menos violência e muito mais serviços de qualidade, por exemplo.  

O investimento em cultura provoca mudança, uma mudança que promove a qualidade dos contextos e isso implica nas condições de vida, inclusive desses herdeiros. É o que faz o entorno da vida de todo mundo ser muito mais saudável e é exatamente o que se ouve falar dos países com uma maior evolução social.

A cidadania cultural é a transformação da maneira de enxergar, de querer fazer com que o país dê certo. É importante a compreensão de que o engrandecimento do todo, traz benefícios diretos, inclusive, aos interesses pessoais e privados desses mesmos herdeiros.  

 

Aélio Jalles (Lelo)




 

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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Uma vírgula antes do fim


Existem passagens na vida que nos afligem de tal forma, que até parece que o mundo nos virou as costas e a vida se transformou em um erro irreparável. Até parece que não existe uma saída provável, ou uma lógica qualquer que permita a existência de uma alternativa plausível.

Nesse momento, existe dentro de cada um de nós, uma vontade muito latente de acabar com tudo, como se isso realmente fosse capaz de resolver o problema.  Tudo como se esse instante final, fosse capaz de nos devolver a paz.    

Ninguém quer, de sã consciência, desistir da vida, na verdade essa pessoa só quer eliminar a dor que está lhe corroendo. É necessário entender que o desatino da interrupção da vida, acaba levando junto parte, pedaços das pessoas que rodeiam essa mesma vida.

Ela fere e profundamente, exatamente os mais chegados, os mais queridos. Sem falar que ainda fica a herança maldita que foi deixada para vida dessas mesmas pessoas. Quem mais conviveu, quem foi mais próximo, vai carregar nos ombros o peso dos resquícios dessa conta.   

A questão é que a vida não tem rascunho, não dá para apagar e reescrever o que já foi vivido. E mais; sempre existe um preço que, necessariamente tem que ser pago. Ninguém pode voltar no tempo, mas o desespero jamais vai ser um grande conselheiro. 

Olhe para o mundo e imagine as milhares de dores, os milhões de desesperados que circulam por aí. Em cada casa você pode encontrar, mesmo coberto pelas dores do mundo, sorrisos capazes de iluminar, abraços acolhedores, atitudes que são capazes de abafar essas dores e oferecer uma força surpreendente.

Não dá para pôr um ponto final na vida por conta própria. Por um acaso, como disse Augusto Cury, no Vendedor de Sonhos, cai muito melhor por uma vírgula, repensar, redirecionar as velas e buscar no fundo do coração os motivos para continuar escrevendo essa história.  

Uma das maiores lições de resiliência humana, que eu pessoalmente já vi, vem de um desenho animado infantil, Procurando Nemo, quando a Dory, a personagem perdida na imensidão dos mares e na sua própria falta de consciência diz: “mesmo quando a vida decepcionar, continue a nadar!”

Não se deixe abater, não se dê o direito de ter a opção de desistir. Jamais pense em por um ponto final na sua história, ponha sempre uma vírgula antes e “continue a nadar!”

 

 

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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

A linha de um patriotismo real



Como ser patriota em uma nação que não consegue dar vazão a sua própria identidade?

Em uma opinião bem pessoal, o patriotismo só pode ser construído quando se cultiva o orgulho de uma identidade representativa da pátria. É fundamental o reconhecimento cultural, a exacerbação de um senso de pertencimento, sem o qual ninguém se apega a nada.

Na obra de Mário de Andrade, Macunaíma, o personagem questiona a formação da identidade brasileira, com uma base europeia se sobrepondo aos elementos indígenas e africanos.  A história, através das aventuras do "herói sem caráter", se reflete sobre o que é essa identidade, explorando o desapego do bem comum, pela busca dos benefícios pessoais. 

Uma referência dos motivos que levaram o brasileiro, de forma geral, a olhar para o patrimônio público, como não sendo de responsabilidade de ninguém. É como se esse desastre não caísse sobre os ombros de cada um de nós, como se o cidadão não devesse cobrar nada a ninguém por isso.    

Tem que existir uma mudança de chave que possa ressignificar esse sentimento sobre o que é patrimônio do povo, como sendo meu também. Cada um de nós deve ter parte dessa responsabilidade, e como sendo de todos, os que assumem o poder, tem e devem prestar contas disso.  

Tudo aquilo que é público tem o dever de ser acessível a todos. Não se pode e nem se deve permitir a apropriação indevida, o uso particularizado do que deve servir a todos. O patriotismo, é um sentimento de amor, de apego, e para que esse sentimento aflore devidamente, é necessário que cada um se sinta como parte integrante desse todo.   

O patriotismo nasce de uma combinação de inclusão e respeito. Só se cultiva um sentimento assim com orgulho, identificação e com responsabilidade, por isso mesmo, o cidadão patriota tem que ser altivo, com uma cobrança crítica, enfática e construtiva.

Precisamos acabar com esse “complexo de vira lata” ilustrado pelo Nelson Rodrigues. Nós temos uma cultura multifacetada sim, diversa e muito rica. Uma cultura que deve e tem que ser reconhecida pelo seu povo, para que todos possam se sentir empossados da razão e orgulhosos de ser brasileiro.

Reconhecer, amar, se sentir como parte, essa é a linha que tem que ser adotada para a construção de um patriotismo real.

 

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quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Crítico ou problemático


Segundo Mario Cortella, nós não nascemos prontos!

É como se tivéssemos sido tirados do forno antes da hora, com a necessidade de complementar o nosso processo de formação, principalmente o aprendizado de raciocínio, com a roda da vida girando. 

Na nossa formação existem lacunas de pensamento que são complementados pela convivência com o outro. É a família, os professores, os amigos, o convívio com os nossos círculos sociais que ajudam na construção do nosso senso, da nossa forma de pensar e agir.   

Na sociedade moderna, nós estamos sempre sujeitos a informação que vem das mais diversas formas de comunicação e essa informação nem sempre é limpa. Boa parte dessa informação é direcionada a formação de uma consciência distorcida.

Tomemos por exemplo a mídia de consumo. Por meio dela você se sente menor por não ter uma roupa de marca, um telefone de última geração, ou seja, você se sente menor por não poder ter, sem a menor importância ao que você realmente é.   

Você chega a esquecer que ser bom deveria ser gentil, ser solidário, ser dinâmico, ser participativo. A questão é que essa mesma mídia destaca quem tem status, dinheiro, posição social, sem nenhum tipo de medida sobre o caráter.     

Esse é o condicionamento empregado pela mídia de consumo, estampada nas novelas e nas propagandas muito bem elaboradas. É através dessa informação distorcida, repetida dia a dia na cabeça das pessoas, que se formam valores também distorcidos de consciência.

São pessoas qualificadas, muita bem formadas, que empregam suas capacitações na formação dessa consciência distorcida. São psicólogos, antropólogos que esqueceram que; quanto maior forem as distorções sociais, quanto maior for o abismo entre as classes sociais, pior fica a vida como um todo.

Em uma sociedade que passa necessidade, mesmo quem tem condições sofre, paga o preço, por conta da violência que isso gera. Saudável é a sociedade que promove a vida, que estende a mão e proporciona condições dignas aos seus semelhantes.   

Por isso na formação pessoal, todos deveriam se questionar se estão sendo críticos, no melhor sentido dessa palavra. Todos deveriam se perguntar até onde estão absorvendo informações e agindo, sem o devido senso, somente tomando como verdade o que está sendo jogado nas redes sociais.   

A questão é saber se você é capaz de continuar aberto ao processo de aprendizado pela vida, ou se você começa a se entender pronto, cheio da sua própria verdade. Um ser crítico, que pensa, não é intolerante, é respeitoso, é aberto ao novo.

Um ser crítico não impõe, ele abre opções, ele negocia. Ser crítico, nesse caso, é pensar no todo, é promover e proporcionar condições favoráveis ao bem comum.   

 

 

Aélio Jalles (Lelo)




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