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terça-feira, 2 de junho de 2026

Um jeito meio brega



Me disseram que a paixão, tem um jeito meio brega......

É que um sentimento desse jeito, quando bate aqui no peito,

desatina, não sossega.

 

Não se foge da emoção, a paixão jamais se nega......

Não se cobra coerência, nem por toda uma vivência,

O amor, tem sempre uma razão cega.

 

               Por isso mesmo eu sou assim,

Esse é meu jeito descolado,

eu sou um cara apaixonado

e é por isso que eu sou brega.

 

 

É como se fosse o momento único, que a vida me delega....

Não vou ligar para a aparência, deixo de lado a inocência,

para fazer a minha entrega.

 

É uma energia muito boa, que quando emana na pessoa,

faz ela perder a proa e em tudo quebra a regra.

 

       Por isso mesmo eu sou assim,

Esse é meu jeito descolado,

eu sou um cara apaixonado

e é por isso que eu sou brega.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo)

 





E-mail: aeliojalles@gmail.com

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

A decisão de ser mãe


Ser mãe, em meio a uma devastação social de humanidade, tem ficado cada vez mais difícil. E de uma forma qualquer, a existência dos seres humanos, a nossa existência, está associado à capacidade de uma mulher em ser mãe.

As novas gerações, de uma forma muito latente, têm repensado muito essa condição, a decisão de gerar filhos. Isso tem sido tratado, na cabeça desses novos seres humanos, como uma decisão que divide a vida, que cria uma lacuna entre as liberdades e as responsabilidades.

Na verdade, a maternidade tem trilhado caminhos muito menos evidentes que antes, diante dessas novas condições do que é a vida. É como se não existisse mais a necessidade de procriação, ou pelo menos, não como um compromisso, mas como uma opção e uma opção cada vez mais pessoal.

Estamos vivenciando uma sociedade cada vez mais individualizada, onde os laços, principalmente dos casais, estão fáceis de desatar. A ideia é que; ninguém se prende mais a ninguém, ama-se a quem estiver mais disponível, e somente enquanto for viável.

E nessas relações sem laços fortes, mais determinados, é difícil assumir responsabilidades, como a de um filho, que deve ser para a vida toda. É quando a gente começa a repensar que a ideia do “até que morte os separe”, tem um certo sentido.

É que essa ideia do: cada um tome conta do que é seu, torna difícil formar laços de amor e afeto, laços que não se desatam por qualquer coisa. Só que; a ausência desses cordões, os que nos ligam uns aos outros, que a princípio podem parecer amarras, também são cordões que norteiam a vida e nos oferecem segurança.   

São ligações que nos levam a relações nem sempre muito sensatas, de um dar e receber nem sempre muito justo ou obvio, mas que no fundo são extremamente compensadoras. Essas são ligações que estendem os braços, que nos tornam parte de alguma coisa grande, como no caso da maternidade.

Penso eu que: o maior valor de tudo o que fazemos, o que nos faz maior do que um ser, individualmente, está ligado a esse veio de sentimentos e valores intangíveis. São esses valores, os que vem do coração, que podem ajudar na decisão de ser mãe.

Tornando claro o obvio, são esses os sentimentos que dão sentido à vida!

 

Aélio Jalles (Lelo)



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segunda-feira, 16 de março de 2026

"Uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar"


No fundo de cada alma, existe uma caixinha de música e cada vez que ela é acessada, ela transborda a bondade do ser humano. A música é a forma de ascensão da alma, de promover o engrandecimento da energia da vida.

 

A vibração que estamos vivendo no mundo hoje, mostra que a humanidade ainda não conseguiu a sintonia da paz. Se existe um juízo final, uma prestação de contas qualquer dessa passagem de tempo que é a vida, eu me atenho ao detalhe de que; é a energia que reverberamos em vida, que deve reger nossos processos existenciais futuros. 

 

E é por essa ideia, que eu não consigo entender o que faz o ser humano agir de forma tão egoísta, de valorizar tanto a medida do poder, do desmando, de buscar muito mais do que é necessário. Por que passar por cima das necessidades alheias e de todas as medidas de tudo o que se pode fazer de bom, se cuidar do próximo é a energia do seu próprio bem estar?

 

É certo que; é o tipo de coisa que você faz, quando tem o poder nas mãos, que revela os valores que você tem no coração. Tem quem tenha tentado conquistar o mundo pela força, mas no coração da humanidade, por fim, por ter causado sofrimento, ele só reverberou a dor e só deixou um registro de desafeto e de angústia.

 

Os melhores exemplos da humanidade, são os de quem semeou carinho, compaixão e foi capaz de distribuir as benesses de tudo o que a vida pode oferecer. Os grandes homens, os que deixaram um registro positivo da sua existência, foram os que ressonaram o bem.  

 

Eles fizeram ecoar a boa energia, vibraram nos mais altos tons da vida e se elevaram, como a música que alegra os corações e nos faz transcender. Foram eles que ficaram registrados como as boas sementes que a humanidade foi capaz de produzir. 

 

Quando a humanidade vai entender que: ativar essa caixinha de música e ecoar o bem, faz a pessoa maior? A energia que ressoamos é a partitura que deixamos registrada, ela vai ser entoada como marca da nossa passagem e vai vibrar por toda a nossa eternidade.  

 

A canção da paz, a que eleva a alma, o cântico celestial dos anjos, fazendo aqui o uso de uma expressão do Dino D’Santiago, é: “uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar”! 

 

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 





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segunda-feira, 2 de março de 2026

A opressão que mata a mulher



Se faz necessário entender o termo: MISOGINIA!

Ele significa que existe entre nós, seres humanos, uma cultura de desprezo e de subjugamento, pela figura feminina. Uma ideia que se instalou pela sensação de pose enraizada pela sociedade aristocrata, a base da concepção patriarcalista.

É de consenso que essa concepção não vai ser modificada com leis penais, ela exige um processo de desconstrução do machismo. Deve ser algo que acabe com a objetificação das mulheres, a fundamentação de uma educação, uma ação que obrigatoriamente tem que começar na infância, como muito bem dito pela Marilena Chauí, com a formação de um novo conceito de cidadania.  

Não que a aplicação das leis, de uma punição sobre a ação indevida, deva ser deixada de lado. Mas só isso jamais vai conseguir mudar a gravidade do cenário, da forma de pensar do brasileiro, e do impacto desse modo de pensar sobre a violência doméstica e familiar.

Precisamos incluir nessa mesma linha de raciocínio, todos os agravantes que recaem sobre as populações mais vulneráveis. Uma concepção que pode envolver uma ideia muito mais ampla e com muitas outras relações sociais, cito: as relações de classes socias, de raça e de credos.  

Precisamos entender que fazemos parte de uma sociedade cheia de conceitos que precisam ser repensados e reescritos. Por isso mesmo se faz necessário discutir, conversar e reconstruir toda a ideia de relacionamento, de troca e de poder que qualquer pessoa possa ter sobre outra.



Aélio Jalles (Lelo) 




 

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

O poder que o dinheiro confere



“Você sabe com quem está falando”?

Homem, rico, hétero, branco, esse é o simbolismo da pessoa para quem a sociedade gosta de olhar e acreditar. Essa é a pessoa que tem todos os atributos necessários, para se sentir forte e poderoso.

Nós humanos, temos uma cultura implantada pelo conceito de patriarcalismo, da figura do “homem”, “branco”, “rico”, como espelho de realização de vida. Esse é o espelho de uma sociedade desigual, que oferece oportunidades diferenciadas, mas que tem na posse, na capacidade de ser detentor de bens, a referência de tudo.

A questão é que esse conceito acaba deixando de fora muitas outras coisas que deveriam pesar como objetivo real de vida. Realizações pessoais, relacionamentos, pertencimento, bem-estar social e outros conceitos que podem preencher a vida de uma energia positiva. São êxitos que, sem sombra de dúvidas, promovem felicidade tanto quanto, ou até mais que os bens materiais.

Nessa linha de raciocínio, e aqui como uma visão bem pessoal, se faz necessário entender que a estadia nesse asteroide, é uma passagem, é uma ligação entre as etapas, quem sabe, de uma mesma vida. Se não levamos nada de material, isso é fato, a diferença deve estar no campo energético que somos capazes de gerar.  

Assim, cabe o entendimento de que esse campo energético, positivo ou negativo, é o que deve referenciar a tal prestação de contas dessa passagem. Certo disso, comungo com o raciocínio idealizado pelo filme do Homem Aranha, de que: “quanto maior o poder, maior a responsabilidade”.

Quanto mais se é capaz de conquistar, maior deve ser a responsabilidade sobre o resultado final dos feitos. A influência e o efeito das decisões de uma pessoa, impacta na vida das outras pessoas de acordo com o tamanho da condição social, da força e do poder que ela tem nas mãos.

Nesses termos, esse “poder” que o dinheiro confere jamais deveria servir de exaltação; ele deve conferir é responsabilidade. Uma responsabilidade ainda mais direta, pela vida, pelo bem estar, de um círculo maior de pessoas.   

Então, que, independentemente da crença, Deus, Universo, ou o que seja, cada ser que se diz humano, deve entender essa responsabilidade e fazer a diferença. Que cada um possa ser efetivo e saiba provocar bons efeitos, com o poder que tem nas mãos.    



Aélio Jalles (Lelo) 


 


 

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O presente que é a vida



Crescer, em um ponto de vista bem pessoal, é ganhar o entendimento que a felicidade é um verbo simples, ativo e que só se conjuga no plural. Que até um “cabeça de prego”, como bem disse o autor do Avatar, em uma das frases do filme, pode reconhecer a felicidade nos detalhes mais singelos da vida.

Não estou me fazendo de rogado em relação ao bem-estar, ao conforto e as comodidades que o dinheiro pode ser capaz de oferecer. Não estou me colocando acima de todas as facilidades, nem querendo me apresentar como um espírito evoluído a tal ponto, que sou capaz de me sobrepor as propensões materiais. 

O que eu quero mesmo enfatizar é que: a melhor das viagens, ganha mais ênfase pela companhia, do que pelo conforto, pela beleza ou qualquer outro detalhe. Lógico que existe um somatório de fatos que fazem as coisas ficarem mágicas.  

A realidade é que; a cereja que deixa o bolo encantado é um detalhe, e esse detalhe, na maioria das vezes, é simples demais. É aí que nós encontramos a maior beleza do que é a vida, do que é a felicidade, do que é necessário entender e valorizar para usufruir das alegrias da nossa existência.     

Nem sempre é fácil perceber e valorizar esses detalhes, o que vem de bônus, o que a vida oferece quase de graça. As vezes um gesto, um sentimento de apreço e a alegria que vem de outra pessoa, um gesto de bom grado, expresso e direcionado a você. 

Então pense, reflita, veja a gratidão somente como um desses gatilhos que despertam a magia do que é a vida. Busque, no fundo da sua alma, entender a pregação de que a felicidade é um verbo ativo e plural.  

É que a vida não tem sentido sem você poder olhar ao redor e sentir o amor, o carinho e a presença das pessoas. A vida está ligada a subjetividade, o intangível, é ter com quem sentar à mesa e dividir as memórias que foram construídas.

Então siga a magia da vida. Simplesmente se encante, impulsione o seu coração, gere uma corrente de energia positiva, curta esse presente que é a vida e seja feliz!.

 

Aélio Jalles (Lelo) 


 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

As reedições de uma mesma vida.....


Com a idade vamos descobrindo que a virada de ano acaba sendo a oportunidade de fazer uma reciclagem da vida. Uma espécie de reedição dessa mesma vida que nós já temos na mão.

Embalados pela ideia de renovação, vamos readequando os objetivos que não foram cumpridos, ou até mesmo que foram deixados de lado pelo decorrer do ano. Colocamos como desculpa, para ter deixado de lado os objetivos, a correria, o atropelo das exigências da vida, a inversão das prioridades que nos foram impostas e coisas assim.

Nesse ponto eu digo a mim mesmo que o mais importante e continuar oferecendo ao universo a possibilidade de dar certo. Mesmo que reeditando os objetivos, continuar tentando e agradecendo o que foi conquistado, talvez seja a forma ideal de oferecer as condições para a atração das coisas boas, para o que é a vida. 

Ninguém deve se furtar ao direito de ser feliz, se escondendo, se fechando. É importante se manter aberto e permitir que a energia da vida flua livremente. Fechar as portas, como quem tem a vontade de fugir das dores da vida, acaba retirando também a condição de que a felicidade aconteça.

E se nem tudo o que você gostaria aconteceu “AINDA”, aproveite esse recomeço, essa virada de ano, de página, e siga a instrução do poeta (Raul Seixas – O maluco Beleza): Levante a cabeça e recomece a andar, tenha fé na vida e tente outra vez! 

Essa é, na minha visão, uma das mais bonitas orações que você deve repetir para você mesmo. Jogue isso para o universo, reedite o que for necessário e agradeça a possibilidade de tudo o que pode acontecer nesse ano, nesse que vem por aí.

O importante é descobrir, cada um do seu jeito e com as suas possibilidades, a maneira mais simples de ser feliz. Então vamos lavar a alma, levantar a cabeça e esperar que o ano aconteça bem, da forma mais bonita que for possível!

Que possamos receber 2026 de braços e coração abertos!

 

Aélio Jalles (Lelo)

 




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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Natal, um doce momento de fantasia



Talvez essa seja a melhor definição do que representa esse espaço de tempo que chamamos de natal: um doce momento cheio de fantasia!

Fora do conceito religioso, esse bom presságio de tempo que se repete a cada final de ano, representa um momento incomum, diferente. De uma forma qualquer, essa passagem nos remete a uma introspecção, como que ela nos oferecesse a possibilidade de refazer alguma coisa que ficou faltando.

Não só o nascimento da figura mítica de Jesus, mas um renascimento pessoal. É como um marco na vida, uma virgula que colocamos, a cada ano, que nos possibilita um realinhamento de velas, de curso, das perspectivas de toda a nossa existência.

Então que nós, contagiados pela essência dessa fantasia, possamos nos deixar levar por esse gosto adocicado de vida, para distribuir o que temos de melhor. Que a essência do coração de cada um possa contagiar o outro e juntos essa humanidade realize coisas boas.

Se estamos no renascimento, é hora de plantar e regar os melhores sentimentos. Plantar tudo o que queremos colher nesse próximo ciclo de vida, nesse próximo ano. Quem sabe, no final, no nosso próximo momento de introspecção, possamos olhar para trás e ver um caminho cheio de flores, repleto de coisas boas.

Que esse momento de fantasia e renovação, possa oferecer uma realidade colorida e adocicada, a vida de cada um de nós.

 

Aélio Jalles (Lelo)

 



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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Com quantos perdões se constrói um aconchego



Com quantos perdões se constrói um aconchego?

Embora eu tenha falhado e não tenha conseguido ser um exemplo de manutenção dos relacionamentos, eu sou um confesso admirador dessas boas e consolidadas relações.

Sempre que percebo um casal longevo, me pondero, qual foi o trato dado a cada aresta. Fico pensando o quanto cada um teve que ceder e que tipo de tratado tão bem estabelecido foi feito entre eles, para a construção desse êxito.

Eu sei que nenhuma relação se constrói só com flores e que esse alicerce é sempre muito cravado de espinhos. Nesse termo, abro todo o meu raciocínio buscando a forma certa para a sedimentação dessa minha nova relação, para que eu não deixe, mais uma vez, escapar a possibilidade dessa construção exitosa.

Me chega à boca um amargo, quando imagino que uma desses entraves pode nos pôr um ponto, estabelecendo um fim. Muito mais que a ideia de solidão, ou mesmo de ter que começar mais uma vez uma outra relação, me perturba a ideia de; nessa altura da vida, abrir mão, mesmo que do pouco que conseguimos conquistar.

A intimidade, toda a energia gasta nas trocas e nas vivencias, tem um preço alto demais para ser perdida. Imagino, faço conta, até exagero, acreditando que mesmo pelo pouco tempo da relação, do quão caro é o aconchego que já construímos, nessa nossa idade.

Sonho com esse relacionamento continuado, longevo e solidificado. Sonho para que ele não se ponha em risco e não se deixe levar por nenhuma questão da vida. Que as nossas experiências somadas possam levá-lo em frente, fortalecendo os laços com objetivos claros e bem traçados.  

Por isso, mesmo não sabendo quantos perdões ainda nos restam, desejo que sejamos obstinados, para que; no dia a dia possamos dar razão a conquista desse aconchego tão valioso.

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

A ruptura de um laço


 




Quando um laço de amizade 

é mais forte que a razão, 

não cabe duvidar do amigo, 

que sempre esteve contigo, 

sem largar a sua mão.


Tem sempre uma explicação.

Cabe mesmo é duvidar dos fatos, 

questionar cada parte e entender cada pedaço, 

do que causou a situação.

 

Tem que buscar é no detalhe, 

de onde veio essa motivação. 

Tem que saber que um amigo, 

de graça, jamais vai falhar contigo, 

ou ter essa intenção.

 

Mas se no meio dessa estrada, 

esse laço desatar, 

se esse amigo não mais lhe reconhecer, 

perguntar: quem é você? 

Não adianta se agitar. 

 

Tem que bater a poeira, retomar a dianteira, 

mas não pode se entregar. 

A amizade é um fio de ouro, 

mesmo rompida é um tesouro, 

que a vida o resolveu dar

 

Nessa hora aprenda com a dor. 

Procure recolher o que sobrou, 

pois em cada pedacinho, 

de tudo o que se viveu, tudinho, 

tem guardado o seu valor.

 

Olhe para isso com bons olhos 

e saiba mensurar a situação. 

Tudo tem sua verdade, 

e o valor dessa amizade, 

vai viver sempre guardado 

no fundo do coração.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo)

 

 


 

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Um jeito meio brega

Me disseram que a paixão, tem um jeito meio brega...... É que um sentimento desse jeito, quando bate aqui no peito, desatina, não sosseg...