Segundo Mario Cortella, nós não nascemos prontos!
É como se tivéssemos sido tirados do forno antes da hora, com a
necessidade de complementar o nosso processo de formação, principalmente o
aprendizado de raciocínio, com a roda da vida girando.
Na nossa formação existem lacunas de pensamento que são complementados
pela convivência com o outro. É a família, os professores, os amigos, o
convívio com os nossos círculos sociais que ajudam na construção do nosso
senso, da nossa forma de pensar e agir.
Na sociedade moderna, nós estamos sempre sujeitos a informação que vem
das mais diversas formas de comunicação e essa informação nem sempre é limpa.
Boa parte dessa informação é direcionada a formação de uma consciência
distorcida.
Tomemos por exemplo a mídia de consumo. Por meio dela você se sente
menor por não ter uma roupa de marca, um telefone de última geração, ou seja,
você se sente menor por não poder ter, sem a menor importância ao que você
realmente é.
Você chega a esquecer que ser bom deveria ser gentil, ser solidário, ser
dinâmico, ser participativo. A questão é que essa mesma mídia destaca quem tem
status, dinheiro, posição social, sem nenhum tipo de medida sobre o caráter.
Esse é o condicionamento empregado pela mídia de consumo, estampada nas
novelas e nas propagandas muito bem elaboradas. É através dessa informação
distorcida, repetida dia a dia na cabeça das pessoas, que se formam valores também
distorcidos de consciência.
São pessoas qualificadas, muita bem formadas, que empregam suas
capacitações na formação dessa consciência distorcida. São psicólogos,
antropólogos que esqueceram que; quanto maior forem as distorções sociais,
quanto maior for o abismo entre as classes sociais, pior fica a vida como um
todo.
Em uma sociedade que passa necessidade, mesmo quem tem condições sofre,
paga o preço, por conta da violência que isso gera. Saudável é a sociedade que
promove a vida, que estende a mão e proporciona condições dignas aos seus
semelhantes.
Por isso na formação pessoal, todos deveriam se questionar se estão
sendo críticos, no melhor sentido dessa palavra. Todos deveriam se perguntar
até onde estão absorvendo informações e agindo, sem o devido senso, somente
tomando como verdade o que está sendo jogado nas redes sociais.
A questão é saber se você é capaz de continuar aberto ao processo de
aprendizado pela vida, ou se você começa a se entender pronto, cheio da sua
própria verdade. Um ser crítico, que pensa, não é intolerante, é respeitoso, é
aberto ao novo.
Um ser crítico não impõe, ele abre opções, ele negocia. Ser crítico,
nesse caso, é pensar no todo, é promover e proporcionar condições favoráveis ao
bem comum.
Aélio Jalles (Lelo)
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