segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Os carnavais de uma vida


 

A vida vai nos moldando pela idade e pela vivência. É o que podemos chamar de; efeito das experiências. É o que a vida vai nos oferecendo a oportunidade de provar e as transformações que isso provoca.

 

Entre essas experiências, para quem tem gosto pela folia, o carnaval, um espaço de tempo que se abre anualmente para o confete e a serpentina. Um espaço que nos permite fugir um pouco da lógica e do bom senso, um momento de fuga das pressões naturais do cotidiano.     

 

Mas é sempre bom manter a consciência e lembrar que nada na vida, absolutamente nada, deixa de ter consequências. Os carnavais da vida, são como metáforas de uma alegria rasa, embora cheia de lembranças, registros, cicatrizes de acontecimentos que acabam marcando a existência.     

 

No meu ponto de vista, cada um ao seu modo, sai extravasando as questões enclausuradas pela exigência de manutenção das regras, do que rege a conduta social no dia a dia. São subversões da sua própria maneira de viver, que ganham asas, atitudes que rompem com a censura, sem grandes danos morais. 

 

Ainda dentro de um ponto de vista bem pessoal, essas atitudes são na verdade manifestações contra os padrões de comportamento que precisam ser repensados. São gritos que realçam a necessidade de novas posturas, de novas acomodações comportamentais, realidades que precisam ser adequadas e atendidas. 

 

Esse então deve ser um momento de observância e reconhecimento sobre a tendencia dos novos comportamentos, dos novos padrões que devem ser adotados. Aparte de qualquer censura, esse é o ponto onde cada um de nós deve avaliar o caminho que a sociedade vem trilhando e o papel que desempenhamos nela.    

 

Ao longo de todos esses carnavais, fica fácil entender que; não se pode jogar fora a experiência e permitir que as gerações mais novas cometam mais uma vez, os erros mais dolosos. Todos os amargos provados, devem ser postos como exemplo, relatados, verbalizados em alto e bom tom, para quem ainda não teve a necessidade de viver alguns horrores.

 

A história está escrita, ela deixa registrada os efeitos das guerras, das desumanidades, das loucuras que cada uma das gerações cometeu. Novos comportamentos sempre devem ser bem pensados e recebidos, mas os grandes erros, esses jamais vão ter a necessidade de serem cometidos novamente.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 

 



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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

O poder que o dinheiro confere



“Você sabe com quem está falando”?

Homem, rico, hétero, branco, esse é o simbolismo da pessoa para quem a sociedade gosta de olhar e acreditar. Essa é a pessoa que tem todos os atributos necessários, para se sentir forte e poderoso.

Nós humanos, temos uma cultura implantada pelo conceito de patriarcalismo, da figura do “homem”, “branco”, “rico”, como espelho de realização de vida. Esse é o espelho de uma sociedade desigual, que oferece oportunidades diferenciadas, mas que tem na posse, na capacidade de ser detentor de bens, a referência de tudo.

A questão é que esse conceito acaba deixando de fora muitas outras coisas que deveriam pesar como objetivo real de vida. Realizações pessoais, relacionamentos, pertencimento, bem-estar social e outros conceitos que podem preencher a vida de uma energia positiva. São êxitos que, sem sombra de dúvidas, promovem felicidade tanto quanto, ou até mais que os bens materiais.

Nessa linha de raciocínio, e aqui como uma visão bem pessoal, se faz necessário entender que a estadia nesse asteroide, é uma passagem, é uma ligação entre as etapas, quem sabe, de uma mesma vida. Se não levamos nada de material, isso é fato, a diferença deve estar no campo energético que somos capazes de gerar.  

Assim, cabe o entendimento de que esse campo energético, positivo ou negativo, é o que deve referenciar a tal prestação de contas dessa passagem. Certo disso, comungo com o raciocínio idealizado pelo filme do Homem Aranha, de que: “quanto maior o poder, maior a responsabilidade”.

Quanto mais se é capaz de conquistar, maior deve ser a responsabilidade sobre o resultado final dos feitos. A influência e o efeito das decisões de uma pessoa, impacta na vida das outras pessoas de acordo com o tamanho da condição social, da força e do poder que ela tem nas mãos.

Nesses termos, esse “poder” que o dinheiro confere jamais deveria servir de exaltação; ele deve conferir é responsabilidade. Uma responsabilidade ainda mais direta, pela vida, pelo bem estar, de um círculo maior de pessoas.   

Então, que, independentemente da crença, Deus, Universo, ou o que seja, cada ser que se diz humano, deve entender essa responsabilidade e fazer a diferença. Que cada um possa ser efetivo e saiba provocar bons efeitos, com o poder que tem nas mãos.    



Aélio Jalles (Lelo) 


 


 

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A mentira de mil vezes

O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou p...