segunda-feira, 16 de março de 2026

"Uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar"


No fundo de cada alma, existe uma caixinha de música e cada vez que ela é acessada, ela transborda a bondade do ser humano. A música é a forma de ascensão da alma, de promover o engrandecimento da energia da vida.

 

A vibração que estamos vivendo no mundo hoje, mostra que a humanidade ainda não conseguiu a sintonia da paz. Se existe um juízo final, uma prestação de contas qualquer dessa passagem de tempo que é a vida, eu me atenho ao detalhe de que; é a energia que reverberamos em vida, que deve reger nossos processos existenciais futuros. 

 

E é por essa ideia, que eu não consigo entender o que faz o ser humano agir de forma tão egoísta, de valorizar tanto a medida do poder, do desmando, de buscar muito mais do que é necessário. Por que passar por cima das necessidades alheias e de todas as medidas de tudo o que se pode fazer de bom, se cuidar do próximo é a energia do seu próprio bem estar?

 

É certo que; é o tipo de coisa que você faz, quando tem o poder nas mãos, que revela os valores que você tem no coração. Tem quem tenha tentado conquistar o mundo pela força, mas no coração da humanidade, por fim, por ter causado sofrimento, ele só reverberou a dor e só deixou um registro de desafeto e de angústia.

 

Os melhores exemplos da humanidade, são os de quem semeou carinho, compaixão e foi capaz de distribuir as benesses de tudo o que a vida pode oferecer. Os grandes homens, os que deixaram um registro positivo da sua existência, foram os que ressonaram o bem.  

 

Eles fizeram ecoar a boa energia, vibraram nos mais altos tons da vida e se elevaram, como a música que alegra os corações e nos faz transcender. Foram eles que ficaram registrados como as boas sementes que a humanidade foi capaz de produzir. 

 

Quando a humanidade vai entender que: ativar essa caixinha de música e ecoar o bem, faz a pessoa maior? A energia que ressoamos é a partitura que deixamos registrada, ela vai ser entoada como marca da nossa passagem e vai vibrar por toda a nossa eternidade.  

 

A canção da paz, a que eleva a alma, o cântico celestial dos anjos, fazendo aqui o uso de uma expressão do Dino D’Santiago, é: “uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar”! 

 

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 





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segunda-feira, 2 de março de 2026

A opressão que mata a mulher



Se faz necessário entender o termo: MISOGINIA!

Ele significa que existe entre nós, seres humanos, uma cultura de desprezo e de subjugamento, pela figura feminina. Uma ideia que se instalou pela sensação de pose enraizada pela sociedade aristocrata, a base da concepção patriarcalista.

É de consenso que essa concepção não vai ser modificada com leis penais, ela exige um processo de desconstrução do machismo. Deve ser algo que acabe com a objetificação das mulheres, a fundamentação de uma educação, uma ação que obrigatoriamente tem que começar na infância, como muito bem dito pela Marilena Chauí, com a formação de um novo conceito de cidadania.  

Não que a aplicação das leis, de uma punição sobre a ação indevida, deva ser deixada de lado. Mas só isso jamais vai conseguir mudar a gravidade do cenário, da forma de pensar do brasileiro, e do impacto desse modo de pensar sobre a violência doméstica e familiar.

Precisamos incluir nessa mesma linha de raciocínio, todos os agravantes que recaem sobre as populações mais vulneráveis. Uma concepção que pode envolver uma ideia muito mais ampla e com muitas outras relações sociais, cito: as relações de classes socias, de raça e de credos.  

Precisamos entender que fazemos parte de uma sociedade cheia de conceitos que precisam ser repensados e reescritos. Por isso mesmo se faz necessário discutir, conversar e reconstruir toda a ideia de relacionamento, de troca e de poder que qualquer pessoa possa ter sobre outra.



Aélio Jalles (Lelo) 




 

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