Participei de um evento que me
levou a uma experiência de imersão da vida. Foi um momento diante do espelho,
um espelho que me fez vivenciar flashes da minha conduta e repensar alguns dos meus
valores.
Foi algo que mexeu bem fundo e
me propôs uma reavaliação da consciência. É como se eu tentasse encontrar
respostas para perguntas que eu, até aqui, só direcionei a terceiros, como se
eu ainda não tivesse percebido que vai sempre existir uma parcela que me cabe, que
me é devida, em cada um desses eventos.
O fato de me considerar uma
pessoa leve, de fácil convivência, flexível, paciente e que valoriza muito os
relacionamentos (avaliação pessoal), não me impediu de vivenciar alguns
terríveis fracassos nesse campo. De alguma forma eu permiti que fossem
desatados laços, laços que me eram caros e que eu jamais imaginava que pudessem
ser desfeitos.
Dois casamentos acabados, a
quebra de um pacto familiar e a ruptura de uma amizade, retomaram peso, nesse
momento. Eles me puseram diante dos meus mais poderosos fantasmas e retorceram
meu estômago. Eles ficaram pulsando entre a falta de explicação e a angústia de
ver o fato consumado.
Dentro da análise de um amigo
em sua teoria dos princípios quânticos da vida, tudo passa por uma vibração
desarmonizada com os meus anseios de vida. Eu, apesar de todos belos laços de
amizade e companheirismo que me dou o direito de vivenciar, tenho uma falha, como
se a frequência que eu emito, não fosse totalmente limpa.
Eu sei que a vida não depende somente das minhas ações e que as
relações se dão por pelo menos duas vibrações que se harmonizam e se complementam.
A questão é que; quero alinhar essa minha vibração, quero elucidar a parte que
me cabe, nesses desenlaces, para que eu possa caminhar limpo na direção de uma relação
plena, quântica e divina.
Quero vibrar no sentido de
congregar, de trazer para a minha vida mais da vida das pessoas que amo, dos
meus filhos, dos meus amigos e ela. Ela, a quem eu me refiro, é o meu segundo
elemento, é aquela que vai proporcionar o equilíbrio de uma sintonia
vibracional, a que vai conseguir me ligar, me direcionar para o lado de tudo
aquilo que eu sempre quis.
Não tenho como fugir da minha
essência, por isso mesmo preciso que ela, esse meu segundo elemento, consiga se
adequar a minha instabilidade e eu a dela. Que nós dois possamos nos encaixar
nesse campo dinâmico de possibilidades e incertezas, um do outro, promovendo
todas as transformações necessárias ao encanto que faz a vida divina.
Nada disso gira no sentido de
acomodação, que fique bem claro. Mais uma vez parafraseando esse amigo
quântico, reafirmo que: a certeza é ilusória e as instabilidades serão sempre o
ponto a ser administrado.
Que esse encontro então, como
deve, desperte a melhor versão de cada um de nós e traga a clarividência de
todas as inquietudes já vividas pelas nossas almas.
Aélio Jalles (Lelo)
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