Sim, a maturidade tem seus
encantos. Nem dá para explicar o quão prazeroso pode ser o desabrochar de um
sentimento, um sentimento que é capaz de romper a casca e brotar assim,
apontado em dois corações já tão endurecidos.
Por vezes as experiências
da vida provocam esse efeito endurecedor nos corações. É que a comparação
inevitável do que já foi vivido, aqui e ali, ressalta um amargo na boca. É um sabor
proveniente de muita coisa que já foi digerida a força e que acaba colocando em
ênfase as dúvidas e as incertezas.
Unir pessoas que já
caminharam tanto, que já tem tanto tempo de estrada, requer o desprendimento do
passado. Imagine que os fatores externos ganham peso, às vezes por nada, às
vezes um peso maior do que deveriam e essas cascas, que machucam muito mais do
que protegem, precisam ser removidas com muito cuidado e carinho.
Essas cascas que acabamos
usando como escudos, também nos apertam e nos limitam. Endurecemos pelas
pancadas da vida e perdemos a sensibilidade do carinho que ainda podemos
receber. Chega a hora de aliviar o peso e enxergar a possibilidade de voar mais
uma vez.
Voltar a acreditar no amor
e na decisão que pode ser tomada, entre duas pessoas, de levar uma relação em
frente. Mesmo com todas as diferenças de personalidade que possam se apresentar,
a maturidade deve ter a perspicácia de encontrar os caminhos e fazer valer o
sabor que uma boa relação, nessa idade, é capaz de proporcionar.
A sabedoria da idade deve
nos oferecer a leveza, a paz, a harmonia e todos os bons sentimentos que regem uma
relação plena. Isso é como cruzar a faixa final e receber como prémio, todos os
bons sabores que a vida pode e deve oferecer.
Está na hora de recusar os
dissabores e decidir pela construção de uma conexão plena. Uma conexão que faz
o encontro dos corpos ser muito mais que um ato sexual e que oferece em cada
beijo esse sabor diferente, como em um agridoce, que não se explica, mas que
explode na boca e tem sabor de vida.
Esse texto foi construído através de um diálogo digital,
pelo Aélio Jalles (Lelo) e a Cristiene Menezes (Ene).
Um texto literalmente construído a quatro mãos.
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