segunda-feira, 9 de setembro de 2024

O calor de um abraço não cabe em uma tela



Cada vez mais eu vejo gente que se expõe nas redes sociais, que se mostra virtualmente, mas que não consegue encarar bem o convívio presencial. Gente que se apresenta, por trás de uma tela, com os mais belos sorrisos, mas que, ao que parece, não consegue alcançar a empatia para uma relação pessoal e direta.

Pode até ser que eu esteja ultrapassado e que as relações realmente não sejam mais as mesmas. É fato que a pandemia mudou o comportamento das pessoas, ela parece que deixou todo mundo mais individualizado, mais solitário e muito mais avesso a intimidade física.

Eu estou falando dessa forma pelo estranhamento de quem aprendeu a viver com gente. Nasci em uma família pequena, mas cresci em um convívio com primos e amigos. Um mundo de meninos e meninas que se viam, se enxergavam, se curtiam e brincavam diariamente juntos.

Não entendo como é viver sem isso, sem essa ligação direta com as pessoas. Na minha cabeça a felicidade esta intrinsicamente ligada a isso, ao convívio. Eu concebo a felicidade como sendo um verbo que só se conjuga no plural. Como já dizia o poeta: “ninguém é feliz sozinho”.

Ninguém sente o calor de um abraço, por trás de uma tela. A felicidade que se apresenta nas imagens, nem sempre carrega o valor de um momento decente, elas podem simplesmente imprimir o desejo de felicidade almejado e nem sempre alcançado.

Já ouvi comentários, dos psicólogos de plantão espalhados pelo mundo a fora, que pregam a frustração de vida dos influenciadores digitais. Pelo bem da verdade, quantos deles, esses mesmo que exibem as imagens de uma vida mirabolante, vivem recorrendo à terapia para curar as suas próprias frustações.

Eles exibem a vida perfeita, mas só exibem, não vivem. Lá no fundo, mesmo com muita grana envolvida, a frieza das ações e atitudes, acaba ferindo a alma, fazendo valer a máxima de que a vida real envolve gente e ambientes cheios de calor humano, verdadeiros.

Deixo bem claro que essa é a minha concepção, meu modo de pensar. Nesses termos, eu gosto de dizer que a vida é vivida pelo detalhe, é conjugada sempre no plural e incrivelmente dinâmica.

Vida é o que cabe dentro da energia de um abraço! 

   

  

Aélio Jalles (Lelo)

 

 

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terça-feira, 20 de agosto de 2024

A elegância da delicadeza




Quando se fala em espiritualidade, no ato de estar de bem com a vida, vem muita coisa na cabeça. Esse tal equilíbrio vital, o equilíbrio entre o corpo e a mente, parece ser algo “zen” demais, uma coisa extremamente abstrata, como se fosse um objetivo que não se pode alcançar. 

Eu mesmo, não posso negar, sempre busquei um gatilho mágico para me oferecer isso. É como se isso fosse um patamar a ser alcançado, um castelo no alto de uma colina, feito a ilustração dos budistas, algo que depois de alcançado não se perdesse jamais.      

Vendo uma entrevista do Tony Ramos, me tocou quando ele ofereceu uma resposta a um dos adolescentes, sobre o tempo da delicadeza. O Tempo da Delicadeza, citado por ele, fazia referência à construção desse lado espiritual, do que nos eleva a esse patamar de calma e tranquilidade. E foi a montagem do raciocínio dele que chamou a minha atenção.

Na entrevista ele fez uma citação do quanto é elegante ser delicado.  Ele usou a figura da delicadeza para enfatizar a capacidade das pessoas de emanar as boas energias da vida, de gerar um campo enérgico positivo a partir de uma atitude sensata, confiante e amável.

A atitude que oferece a relação, por mais simples e fortuita que ela possa parecer, o algo de bom. A atitude que apresenta o equilíbrio pessoal e que cria pontes para que os outros se aproximem disso também. A atitude que se externa em um ato de um bom dia dado com o coração, e em todas as expressões de gentileza, que nós podemos adotar no nosso dia a dia.   

Ele emoldurou essa linha de conduta pessoal e deu a ela, gentilmente, o nome de elegância. Ele apontou um caminho, lógico demais até, para se chegar a esse tal equilíbrio de vida, o modo “Zen”, mostrando que, mesmo por vezes não sendo tão fácil manter o controle, ele é possível de ser alcançado.

Manter o controle do que você emana, a oxigenação do raciocínio, mesmo com toda a monstruosidade das energias que permeiam a dinâmica da vida. Por vezes uma ação, um ato inesperado, descompensa o mais sóbrio dos seres e o faz reagir por instinto, como o instinto de defesa, por exemplo, rompendo o ciclo da harmonia.

É o conceito da dualidade das energias do universo, o “Yin e Yang”. É a tomada de consciência dos dois lobos internos que nós temos. Que eles vivem em uma luta permanente, e que sempre vence o lobo que nós alimentamos. Uma bela ilustração dessas forças.

 que me tocou mais profundamente na fala do Tony Ramos, foi poder enxergar essa nova concepção da harmonia, que deixa ela bem a mão. Ele conseguiu me mostrar que ser elegante é ser gentil, é ser delicado, é saber gerar empatia. Ele me fez enxergar a elegância de saber se portar, de saber estender a mão e de oferecer amparo.

Foi bom olhar para essa nova concepção de equilíbrio e entender que ele não é utópico. Eu não preciso me isolar do mundo e muito menos chegar ao topo da montanha para alcançá-lo. Ele vai estar sempre ali, por perto, ao alcance de uma respiração mais profunda, e vem a tona sempre que nós oxigenamos o coração!

 

Aélio Jalles (Lelo) 


 
 

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terça-feira, 6 de agosto de 2024

Aversão ao compromisso



“Ge”, vamos assim denominá-lo, se diz um italiano errante, um homem das terras submersas do sul de Veneza, segundo seu próprio relato. Por sorte ou destino, ele veio parar no Brasil. Acabou se fixando no Ceará, uma terra de muito sol, praia, bares com ambientes gostosos, uma boa cachaça e mulheres balzaquianas.

Ele se diz um homem charmoso, que arrebata corações pelas noites cearenses. Ele é exatamente o tipo frequentador dos lugares mais badalados.  Nesses termos ele acaba por ser um bom indicador de tudo o que a cidade tem de melhor, na noite, desde que a frequência inclua as mulheres mais amadurecidas.

Como ele mesmo gosta de dizer, as meninas mais novas são muito complicadas.  Elas não têm a maturidade para uma relação mais aberta, por assim dizer. Ele faz questão de deixar bem claro, que tem certa aversão ao compromisso formal. “Ge” não é muito chegado ao “grude”.

Certa feita “Ge” conheceu uma magistrada. Aquela mulher tinha todas as características que ele valorizava. Ela tinha a idade ideal, cultura, filhos já crescidos, independência financeira e cabeça para essa tal relação de amizade e companheirismo, o necessário para a manutenção da individualidade.

A relação vinha ganhando contornos bem interessantes até que ela o convidou para um almoço em família. “Ge” não gostou da ideia, mas diante da relação gostosa que ele estava vivendo, engoliu a história. O almoço, segundo ela, seria uma maneira de ganhar a confiança dos filhos, para que eles pudessem viajar juntos, por exemplo, sem mais questionamentos.

No dia, um domingo de sol, “Ge” acordou cedo e como tinha muito tempo até a hora do compromisso, ele decidiu dar uma passadinha na praia. Nada demais, uma cachacinha, um papo rápido com os amigos, só o tempo suficiente para chegar a hora acertada com a juíza.  

A questão é que essas situações nos fazem perder a noção das horas. O tempo escorre entre os dedos e “Ge” acabou se atrasando com o compromisso que tinha assumido. Para piorar a situação, ele chegou de sunga, enrolado em uma bandeira do Fortaleza e com a expressão clara de quem bebeu além da conta.  

Imagine a cena! Quando a campainha tocou e a secretária abriu a porta, ela deu de cara com o convidado da doutora. Era um marmanjo sujo de areia, meio calvo, com trajes totalmente inadequados, com uma aparência de embriagado. Lógico que ela se espantou com o sujeito.

A doutora, uma juíza, que, diga-se de passagem, era federal, viu a cena e não acreditou. Aquele homem elegante, de modos educados que ela conheceu no Kukucaya, não podia ser o mesmo que estava na sua porta. Ali se encontrava um grotesco personagem, quase nu, com os olhos embaçados e uma fala embolada.  

Ela disse chocada: “O que houve? Você foi assaltado?” “Ge”, com um sorriso maroto nos lábios, prontamente respondeu: “Sim, amore mio, você roubou meu coração”. E ele foi entrando casa adentro, deixando todos atônitos com a sua imagem. Ele percebendo os olhares quebrou logo o silencio: “é que hoje o Fortaleza joga com a carniça”.

A impressão causada já tinha sido um vexame, mas ainda aquela bandeira do Fortaleza no pescoço. A juíza até tentou alertá-lo que naquela casa todos eram torcedores alvinegros. Como se não bastasse o vexame “Ge”, para aumentar a confusão, resolver jogar a pitada de sal, e disse: “meus pêsames bambina, hoje tem é peia”.

Mesmo percebendo o clima pesado, “Ge” se fez de rogado, puxou a cadeira, sentou na mesa e ainda perguntou: “vocês não têm uma caninha por aí, não?” A partir disso o ambiente virou. O que era, inicialmente, constrangimento, se transformou em indigestão e os filhos da magistrada começaram a revidar, o que eles consideraram agressão.

Primeiro, os filhos colocaram em xeque o bom senso da mãe, depois partiram para cima do “Ge” e questionaram a sua presença naquela casa. Nessa hora, mesmo com o coração apertado, envergonhada com a situação como um todo, ela falou: “não tem como eu lhe receber assim, você vai precisar ir embora. Depois nós conversamos”.

Deu para perceber que o: “depois nós conversamos”, era mera educação. Não sei se isso era exatamente o que o “Ge” queria. Sei que depois disso ela nunca mais lhe procurou. Talvez o comportamento dele fosse à forma que a sua aversão ao compromisso, encontrou para se manifestar.   


 Aélio Jalles (Lelo) 



 

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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Faça bom uso do lugar que lhe ofereci......


Existem conversas que não saem da cabeça, textos, frases, pontos de reflexão que ficam reverberando no pensamento por muito tempo. Esse foi o caso de uma das conversas, uma dessas bem significativas, que eu tive com um dos meus filhos.

Conversávamos sobre fazer parte, sobre estar presente na vida um do outro. Falávamos desse espaço que naturalmente é aberto entre as vidas, mas que, necessariamente, para que ele tenha o valor que merece, precisa da atitude, da condição de poder e querer, de uma vontade ambivalente de aceitação e procura.   

É um espaço que, por mais que pareça lógico, tem a necessidade de ser ocupado. Como ele disse: “a questão é que as vezes nós vamos nos afastando tanto, e de tal forma, que esse espaço acaba sendo encurtado. E ele fica tão restrito, que quando tentamos ocupá-lo, acabamos é incomodando”.

Essa é uma dessas verdades que machucam e que nos obrigam a uma reflexão. Esse é um espaço que não é só físico e nem é só emocional, mas que tem a necessidade de um pertencimento que leva em conta muito mais que essas duas vertentes para existir. Nessa lógica cabem muito outros por menores.      

Partindo da filosofia do Milan Kundera, na Insustentável Leveza do Ser, podemos entender que: existem muitas realidades, e que nem sempre tomamos um caminho, por uma simples opção. Por vezes somos levados por consequência, imprevistos, que fogem da nossa vontade.

Somos responsáveis por cada atitude que tomamos e, de certo, pagamos o preço devido por cada uma delas, independente de ter tido nas mãos, as opções ideais. Não estou aqui querendo eximir responsabilidades de ninguém, mas quero deixar aberta, uma reflexão do que, dentro do processo de modernidade, podemos chamar de multiverso da vida.

Pense em pessoas que já alargaram as portas da vida delas, para você e você não soube aproveitar, não quis, não pode fazer uso, ou talvez nem tenha se dado conta. Usando como raciocínio o vazio das portas que você abriu, das pessoas que você quis na sua vida, o que você diria a essas outras?

Na caminhada da vida, no abrir e fechar desses espaços que o coração cede, se faz necessário entender que nem sempre dá certo. Nem sempre o tempo, a condição e a vontade se estabelecem harmonicamente. Nem sempre fazemos exatamente o que queremos.

Faça bom uso do lugar que lhe ofereci na minha vida. Na verdade essa é uma cobrança boa. Essa é uma cobrança que só se faz, sem dúvida, para os nossos amores, para todas aquelas pessoas que queremos dentro do nosso coração.

Então, em uma dessas traduções de tudo o que é a vida, eu diria: permita que a energia emocional do sentimento fale sempre mais alto. Que essa energia possa ocupar os espaço abertos pelo coração, por que a energia do amor não se apaga nunca!

 


 Aélio Jalles (Lelo) 


 
 

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A mentira de mil vezes

O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou p...