quarta-feira, 1 de abril de 2026

A mentira de mil vezes



O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou psicólogo, sou apenas alguém que busca se dar ao direito a alguma lucidez, vivenciando esse mundo das inverdades.

Em um mundo que substitui os valores do “SER”, pelos valores do “TER”, sem dar a menor importância aos meios adotados para esse propósito, nós precisamos aguçar o senso crítico. Qualquer um com o mínimo de humanidade no coração, se torna um alvo fácil dessas pessoas sem escrúpulos.

Uma mentira que vai sendo repetida muitas vezes, acaba oferecendo ao cérebro humano a condição de ser vista como verdade. “A mentira de mil vezes”, é uma afirmação atribuída ao nazista Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler e comumente associada a propaganda política.

No mundo ideal, o poder, com todas as suas forças, deve ser usado para mediar as relações, sem permitir que os mais fortes e poderosos subjuguem os mais fracos. Essa sim seria a melhor concepção de uma realidade, de um mundo mais equilibrado, mais digno, com oportunidades de vida para todos.

O mundo “SEM REIS”, uma linha de raciocínio que diz, literalmente, que: o mundo pode e deve ser meu, ser seu, ser de todas as pessoas e de todos os seres vivos. Um movimento que começa a ganhar força, para que ninguém se ache “forte” demasiadamente, para sair por aí oprimindo, matando inocentes, fazendo o que pensa ou o que quer.      

O poder, em toda sua verdade, tem a obrigação de ser carregado com a responsabilidade e o cuidado pelo bem estar comum. Que então, acima de todas as mentiras, nós possamos entender como verdade, que o poder, principalmente o político, deve ser utilizado para equilibrar os desmandos dos desumanos, dos que buscam impor a sua razão, pela força.

Essa é a verdade que todos nós deveríamos defender, mil vezes!  

 

Aélio Jalles (Lelo)






 

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segunda-feira, 16 de março de 2026

"Uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar"


No fundo de cada alma, existe uma caixinha de música e cada vez que ela é acessada, ela transborda a bondade do ser humano. A música é a forma de ascensão da alma, de promover o engrandecimento da energia da vida.

 

A vibração que estamos vivendo no mundo hoje, mostra que a humanidade ainda não conseguiu a sintonia da paz. Se existe um juízo final, uma prestação de contas qualquer dessa passagem de tempo que é a vida, eu me atenho ao detalhe de que; é a energia que reverberamos em vida, que deve reger nossos processos existenciais futuros. 

 

E é por essa ideia, que eu não consigo entender o que faz o ser humano agir de forma tão egoísta, de valorizar tanto a medida do poder, do desmando, de buscar muito mais do que é necessário. Por que passar por cima das necessidades alheias e de todas as medidas de tudo o que se pode fazer de bom, se cuidar do próximo é a energia do seu próprio bem estar?

 

É certo que; é o tipo de coisa que você faz, quando tem o poder nas mãos, que revela os valores que você tem no coração. Tem quem tenha tentado conquistar o mundo pela força, mas no coração da humanidade, por fim, por ter causado sofrimento, ele só reverberou a dor e só deixou um registro de desafeto e de angústia.

 

Os melhores exemplos da humanidade, são os de quem semeou carinho, compaixão e foi capaz de distribuir as benesses de tudo o que a vida pode oferecer. Os grandes homens, os que deixaram um registro positivo da sua existência, foram os que ressonaram o bem.  

 

Eles fizeram ecoar a boa energia, vibraram nos mais altos tons da vida e se elevaram, como a música que alegra os corações e nos faz transcender. Foram eles que ficaram registrados como as boas sementes que a humanidade foi capaz de produzir. 

 

Quando a humanidade vai entender que: ativar essa caixinha de música e ecoar o bem, faz a pessoa maior? A energia que ressoamos é a partitura que deixamos registrada, ela vai ser entoada como marca da nossa passagem e vai vibrar por toda a nossa eternidade.  

 

A canção da paz, a que eleva a alma, o cântico celestial dos anjos, fazendo aqui o uso de uma expressão do Dino D’Santiago, é: “uma canção que o mundo ainda não aprendeu a cantar”! 

 

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 





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segunda-feira, 2 de março de 2026

A opressão que mata a mulher



Se faz necessário entender o termo: MISOGINIA!

Ele significa que existe entre nós, seres humanos, uma cultura de desprezo e de subjugamento, pela figura feminina. Uma ideia que se instalou pela sensação de pose enraizada pela sociedade aristocrata, a base da concepção patriarcalista.

É de consenso que essa concepção não vai ser modificada com leis penais, ela exige um processo de desconstrução do machismo. Deve ser algo que acabe com a objetificação das mulheres, a fundamentação de uma educação, uma ação que obrigatoriamente tem que começar na infância, como muito bem dito pela Marilena Chauí, com a formação de um novo conceito de cidadania.  

Não que a aplicação das leis, de uma punição sobre a ação indevida, deva ser deixada de lado. Mas só isso jamais vai conseguir mudar a gravidade do cenário, da forma de pensar do brasileiro, e do impacto desse modo de pensar sobre a violência doméstica e familiar.

Precisamos incluir nessa mesma linha de raciocínio, todos os agravantes que recaem sobre as populações mais vulneráveis. Uma concepção que pode envolver uma ideia muito mais ampla e com muitas outras relações sociais, cito: as relações de classes socias, de raça e de credos.  

Precisamos entender que fazemos parte de uma sociedade cheia de conceitos que precisam ser repensados e reescritos. Por isso mesmo se faz necessário discutir, conversar e reconstruir toda a ideia de relacionamento, de troca e de poder que qualquer pessoa possa ter sobre outra.



Aélio Jalles (Lelo) 




 

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Os carnavais de uma vida


 

A vida vai nos moldando pela idade e pela vivência. É o que podemos chamar de; efeito das experiências. É o que a vida vai nos oferecendo a oportunidade de provar e as transformações que isso provoca.

 

Entre essas experiências, para quem tem gosto pela folia, o carnaval, um espaço de tempo que se abre anualmente para o confete e a serpentina. Um espaço que nos permite fugir um pouco da lógica e do bom senso, um momento de fuga das pressões naturais do cotidiano.     

 

Mas é sempre bom manter a consciência e lembrar que nada na vida, absolutamente nada, deixa de ter consequências. Os carnavais da vida, são como metáforas de uma alegria rasa, embora cheia de lembranças, registros, cicatrizes de acontecimentos que acabam marcando a existência.     

 

No meu ponto de vista, cada um ao seu modo, sai extravasando as questões enclausuradas pela exigência de manutenção das regras, do que rege a conduta social no dia a dia. São subversões da sua própria maneira de viver, que ganham asas, atitudes que rompem com a censura, sem grandes danos morais. 

 

Ainda dentro de um ponto de vista bem pessoal, essas atitudes são na verdade manifestações contra os padrões de comportamento que precisam ser repensados. São gritos que realçam a necessidade de novas posturas, de novas acomodações comportamentais, realidades que precisam ser adequadas e atendidas. 

 

Esse então deve ser um momento de observância e reconhecimento sobre a tendencia dos novos comportamentos, dos novos padrões que devem ser adotados. Aparte de qualquer censura, esse é o ponto onde cada um de nós deve avaliar o caminho que a sociedade vem trilhando e o papel que desempenhamos nela.    

 

Ao longo de todos esses carnavais, fica fácil entender que; não se pode jogar fora a experiência e permitir que as gerações mais novas cometam mais uma vez, os erros mais dolosos. Todos os amargos provados, devem ser postos como exemplo, relatados, verbalizados em alto e bom tom, para quem ainda não teve a necessidade de viver alguns horrores.

 

A história está escrita, ela deixa registrada os efeitos das guerras, das desumanidades, das loucuras que cada uma das gerações cometeu. Novos comportamentos sempre devem ser bem pensados e recebidos, mas os grandes erros, esses jamais vão ter a necessidade de serem cometidos novamente.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 

 



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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

O poder que o dinheiro confere



“Você sabe com quem está falando”?

Homem, rico, hétero, branco, esse é o simbolismo da pessoa para quem a sociedade gosta de olhar e acreditar. Essa é a pessoa que tem todos os atributos necessários, para se sentir forte e poderoso.

Nós humanos, temos uma cultura implantada pelo conceito de patriarcalismo, da figura do “homem”, “branco”, “rico”, como espelho de realização de vida. Esse é o espelho de uma sociedade desigual, que oferece oportunidades diferenciadas, mas que tem na posse, na capacidade de ser detentor de bens, a referência de tudo.

A questão é que esse conceito acaba deixando de fora muitas outras coisas que deveriam pesar como objetivo real de vida. Realizações pessoais, relacionamentos, pertencimento, bem-estar social e outros conceitos que podem preencher a vida de uma energia positiva. São êxitos que, sem sombra de dúvidas, promovem felicidade tanto quanto, ou até mais que os bens materiais.

Nessa linha de raciocínio, e aqui como uma visão bem pessoal, se faz necessário entender que a estadia nesse asteroide, é uma passagem, é uma ligação entre as etapas, quem sabe, de uma mesma vida. Se não levamos nada de material, isso é fato, a diferença deve estar no campo energético que somos capazes de gerar.  

Assim, cabe o entendimento de que esse campo energético, positivo ou negativo, é o que deve referenciar a tal prestação de contas dessa passagem. Certo disso, comungo com o raciocínio idealizado pelo filme do Homem Aranha, de que: “quanto maior o poder, maior a responsabilidade”.

Quanto mais se é capaz de conquistar, maior deve ser a responsabilidade sobre o resultado final dos feitos. A influência e o efeito das decisões de uma pessoa, impacta na vida das outras pessoas de acordo com o tamanho da condição social, da força e do poder que ela tem nas mãos.

Nesses termos, esse “poder” que o dinheiro confere jamais deveria servir de exaltação; ele deve conferir é responsabilidade. Uma responsabilidade ainda mais direta, pela vida, pelo bem estar, de um círculo maior de pessoas.   

Então, que, independentemente da crença, Deus, Universo, ou o que seja, cada ser que se diz humano, deve entender essa responsabilidade e fazer a diferença. Que cada um possa ser efetivo e saiba provocar bons efeitos, com o poder que tem nas mãos.    



Aélio Jalles (Lelo) 


 


 

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O presente que é a vida



Crescer, em um ponto de vista bem pessoal, é ganhar o entendimento que a felicidade é um verbo simples, ativo e que só se conjuga no plural. Que até um “cabeça de prego”, como bem disse o autor do Avatar, em uma das frases do filme, pode reconhecer a felicidade nos detalhes mais singelos da vida.

Não estou me fazendo de rogado em relação ao bem-estar, ao conforto e as comodidades que o dinheiro pode ser capaz de oferecer. Não estou me colocando acima de todas as facilidades, nem querendo me apresentar como um espírito evoluído a tal ponto, que sou capaz de me sobrepor as propensões materiais. 

O que eu quero mesmo enfatizar é que: a melhor das viagens, ganha mais ênfase pela companhia, do que pelo conforto, pela beleza ou qualquer outro detalhe. Lógico que existe um somatório de fatos que fazem as coisas ficarem mágicas.  

A realidade é que; a cereja que deixa o bolo encantado é um detalhe, e esse detalhe, na maioria das vezes, é simples demais. É aí que nós encontramos a maior beleza do que é a vida, do que é a felicidade, do que é necessário entender e valorizar para usufruir das alegrias da nossa existência.     

Nem sempre é fácil perceber e valorizar esses detalhes, o que vem de bônus, o que a vida oferece quase de graça. As vezes um gesto, um sentimento de apreço e a alegria que vem de outra pessoa, um gesto de bom grado, expresso e direcionado a você. 

Então pense, reflita, veja a gratidão somente como um desses gatilhos que despertam a magia do que é a vida. Busque, no fundo da sua alma, entender a pregação de que a felicidade é um verbo ativo e plural.  

É que a vida não tem sentido sem você poder olhar ao redor e sentir o amor, o carinho e a presença das pessoas. A vida está ligada a subjetividade, o intangível, é ter com quem sentar à mesa e dividir as memórias que foram construídas.

Então siga a magia da vida. Simplesmente se encante, impulsione o seu coração, gere uma corrente de energia positiva, curta esse presente que é a vida e seja feliz!.

 

Aélio Jalles (Lelo) 


 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

As reedições de uma mesma vida.....


Com a idade vamos descobrindo que a virada de ano acaba sendo a oportunidade de fazer uma reciclagem da vida. Uma espécie de reedição dessa mesma vida que nós já temos na mão.

Embalados pela ideia de renovação, vamos readequando os objetivos que não foram cumpridos, ou até mesmo que foram deixados de lado pelo decorrer do ano. Colocamos como desculpa, para ter deixado de lado os objetivos, a correria, o atropelo das exigências da vida, a inversão das prioridades que nos foram impostas e coisas assim.

Nesse ponto eu digo a mim mesmo que o mais importante e continuar oferecendo ao universo a possibilidade de dar certo. Mesmo que reeditando os objetivos, continuar tentando e agradecendo o que foi conquistado, talvez seja a forma ideal de oferecer as condições para a atração das coisas boas, para o que é a vida. 

Ninguém deve se furtar ao direito de ser feliz, se escondendo, se fechando. É importante se manter aberto e permitir que a energia da vida flua livremente. Fechar as portas, como quem tem a vontade de fugir das dores da vida, acaba retirando também a condição de que a felicidade aconteça.

E se nem tudo o que você gostaria aconteceu “AINDA”, aproveite esse recomeço, essa virada de ano, de página, e siga a instrução do poeta (Raul Seixas – O maluco Beleza): Levante a cabeça e recomece a andar, tenha fé na vida e tente outra vez! 

Essa é, na minha visão, uma das mais bonitas orações que você deve repetir para você mesmo. Jogue isso para o universo, reedite o que for necessário e agradeça a possibilidade de tudo o que pode acontecer nesse ano, nesse que vem por aí.

O importante é descobrir, cada um do seu jeito e com as suas possibilidades, a maneira mais simples de ser feliz. Então vamos lavar a alma, levantar a cabeça e esperar que o ano aconteça bem, da forma mais bonita que for possível!

Que possamos receber 2026 de braços e coração abertos!

 

Aélio Jalles (Lelo)

 




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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Natal, um doce momento de fantasia



Talvez essa seja a melhor definição do que representa esse espaço de tempo que chamamos de natal: um doce momento cheio de fantasia!

Fora do conceito religioso, esse bom presságio de tempo que se repete a cada final de ano, representa um momento incomum, diferente. De uma forma qualquer, essa passagem nos remete a uma introspecção, como que ela nos oferecesse a possibilidade de refazer alguma coisa que ficou faltando.

Não só o nascimento da figura mítica de Jesus, mas um renascimento pessoal. É como um marco na vida, uma virgula que colocamos, a cada ano, que nos possibilita um realinhamento de velas, de curso, das perspectivas de toda a nossa existência.

Então que nós, contagiados pela essência dessa fantasia, possamos nos deixar levar por esse gosto adocicado de vida, para distribuir o que temos de melhor. Que a essência do coração de cada um possa contagiar o outro e juntos essa humanidade realize coisas boas.

Se estamos no renascimento, é hora de plantar e regar os melhores sentimentos. Plantar tudo o que queremos colher nesse próximo ciclo de vida, nesse próximo ano. Quem sabe, no final, no nosso próximo momento de introspecção, possamos olhar para trás e ver um caminho cheio de flores, repleto de coisas boas.

Que esse momento de fantasia e renovação, possa oferecer uma realidade colorida e adocicada, a vida de cada um de nós.

 

Aélio Jalles (Lelo)

 



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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Com quantos perdões se constrói um aconchego



Com quantos perdões se constrói um aconchego?

Embora eu tenha falhado e não tenha conseguido ser um exemplo de manutenção dos relacionamentos, eu sou um confesso admirador dessas boas e consolidadas relações.

Sempre que percebo um casal longevo, me pondero, qual foi o trato dado a cada aresta. Fico pensando o quanto cada um teve que ceder e que tipo de tratado tão bem estabelecido foi feito entre eles, para a construção desse êxito.

Eu sei que nenhuma relação se constrói só com flores e que esse alicerce é sempre muito cravado de espinhos. Nesse termo, abro todo o meu raciocínio buscando a forma certa para a sedimentação dessa minha nova relação, para que eu não deixe, mais uma vez, escapar a possibilidade dessa construção exitosa.

Me chega à boca um amargo, quando imagino que uma desses entraves pode nos pôr um ponto, estabelecendo um fim. Muito mais que a ideia de solidão, ou mesmo de ter que começar mais uma vez uma outra relação, me perturba a ideia de; nessa altura da vida, abrir mão, mesmo que do pouco que conseguimos conquistar.

A intimidade, toda a energia gasta nas trocas e nas vivencias, tem um preço alto demais para ser perdida. Imagino, faço conta, até exagero, acreditando que mesmo pelo pouco tempo da relação, do quão caro é o aconchego que já construímos, nessa nossa idade.

Sonho com esse relacionamento continuado, longevo e solidificado. Sonho para que ele não se ponha em risco e não se deixe levar por nenhuma questão da vida. Que as nossas experiências somadas possam levá-lo em frente, fortalecendo os laços com objetivos claros e bem traçados.  

Por isso, mesmo não sabendo quantos perdões ainda nos restam, desejo que sejamos obstinados, para que; no dia a dia possamos dar razão a conquista desse aconchego tão valioso.

 

Aélio Jalles (Lelo)



 

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terça-feira, 25 de novembro de 2025

A humanização dos animais



Quando eu menciono a humanização dos bichos, eu estou fazendo um paralelo, sobre a forma com a qual as pessoas estão tratando seus animais de estimação. Na verdade, eu quero abrir o raciocínio, quero oferecer uma visão mítica, sobre o quanto esses animais têm colaborado com a “re-humanização” das pessoas.

 

É incrível dizer isso, mas a verdade é que a humanidade tem tido a necessidade de se humanizar, ou até de recriar o conceito do que é humanidade. Nesse processo, fato já comprovado pela ciência, o convívio com animais de estimação desperta uma variedade desses sentimentos de boa qualidade.

São emoções que resgatam esse lado mais afetuoso, que permitem aflorar sensações de bem-estar e de interação. Os animais acabam nos oferecendo ajuda no alívio dos estresses do dia a dia e das depressões da vida, eles nos cobram um compromisso com a paz de espírito, com a paciência e com a responsabilidade que assumimos com eles.  

 

A relação Tutor-Animal, se difere naturalmente da relação de dono, como posse, ou como senhor soberano de tudo. É que dentro desse processo de reorganização mental, de saber oferecer ao animal a condição desse convívio mais interativo, oferecemos a essa relação, novas cores.

Essa é uma relação que proporciona vínculos afetivos bem mais arraigados, estreitando o afeto e o respeito sobre o animal. Um novo senso de divisão de espaço, a troca de carinho cotidiana, quase permanente, provoca efetivamente uma interação com o animal e a ruptura com os espasmos da solidão.

Olhando pelo lado mais bucólico, o pertencimento como uma via de mão dupla, que toda essa convivência provoca, fica fácil entender o quão recheada de benefícios ela pode ser. A socialização do animal, obriga a própria ressocialização do seu tutor, mesmo que com outros tutores, e isso torna todo esse ensejo gratificante.

Só quem nunca se permitiu experimentar a energia de uma relação como essa, desconhece o amor que esses “bichinhos” podem despertar nos nossos corações.  Somos humanos e precisamos voltar a perceber isso, nem que seja através da humanização dos bichos!

 

 

 Aélio Jalles (Lelo)

 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

A ruptura de um laço


 




Quando um laço de amizade 

é mais forte que a razão, 

não cabe duvidar do amigo, 

que sempre esteve contigo, 

sem largar a sua mão.


Tem sempre uma explicação.

Cabe mesmo é duvidar dos fatos, 

questionar cada parte e entender cada pedaço, 

do que causou a situação.

 

Tem que buscar é no detalhe, 

de onde veio essa motivação. 

Tem que saber que um amigo, 

de graça, jamais vai falhar contigo, 

ou ter essa intenção.

 

Mas se no meio dessa estrada, 

esse laço desatar, 

se esse amigo não mais lhe reconhecer, 

perguntar: quem é você? 

Não adianta se agitar. 

 

Tem que bater a poeira, retomar a dianteira, 

mas não pode se entregar. 

A amizade é um fio de ouro, 

mesmo rompida é um tesouro, 

que a vida o resolveu dar

 

Nessa hora aprenda com a dor. 

Procure recolher o que sobrou, 

pois em cada pedacinho, 

de tudo o que se viveu, tudinho, 

tem guardado o seu valor.

 

Olhe para isso com bons olhos 

e saiba mensurar a situação. 

Tudo tem sua verdade, 

e o valor dessa amizade, 

vai viver sempre guardado 

no fundo do coração.

 

 

 

 

Aélio Jalles (Lelo)

 

 


 

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A mentira de mil vezes

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