Eu quero agora, mais do
nunca, levantar um brinde às boas amizades.
Meu primo, uma vez na
comemoração de um dos seus aniversários, disse que o melhor daquele dia era a
possibilidade de comemorar a vida junto dos amigos. Então, quero fazer dessas
as minhas palavras, e poder nesse momento comemorar a vida e todas as minhas
boas amizades.
Eu nunca gostei muito da
solidão, até penso que tenho meus bons momentos comigo mesmo, mas nunca me
prendi muito a essa linha. Eu penso que o isolamento é uma forma de exclusão,
de autossabotagem, uma forma de você se eximir da possibilidade de ser feliz.
Na minha cabeça, o melhor
da vida está ligado ao convívio com os amigos. Que é a amizade que proporciona
o contágio das alegrias, e que os abraços sinceros renovam as nossas energias.
Não pode existir nada melhor que a cumplicidade que só uma boa amizade é capaz
de proporcionar.
Eu me considero um sujeito
agregador. Eu participo de alguns bons grupos, e sinto a diversidade dos
sabores desses relacionamentos. Sabores que o fato de caminhar junto vai
desvendando e nos oferecendo, como que marcando o valor da presença que cada um
tem na vida do outro.
É um gosto que pode surgir de
um gole de café, e de toda a resenha que acontece, por exemplo, nos encontros
da turma da praça. São encontros que marcam uma amizade que transbordou os
limites da praça e nos faz conviver mais intimamente, como parte integrante da
vida uns dos outros.
São sabores que brotam dos
brindes da cerveja gelada, mas que só servem de fato, se realçados pela
cumplicidade dos demais sorrisos que rodeiam a mesa. Uma cumplicidade que até
parece com sabor de tira gosto, pois que tempera a boca pela simples presença
do amigo.
Ainda estamos vivendo
alguns pontos do efeito da Covid e o afastamento de algumas pessoas que os
processos de vida nos impuseram. E nessa ilustração dos sabores, é como se nos
faltasse retomar alguns bons goles de cerveja e levantar mais alguns bons
brindes. Uma “reapropriação” de algumas boas convivências.
Viver os amigos, reviver as
boas amizades, as relações familiares e os amores. Já é cientificamente
comprovado que vivenciar cada uma dessas relações, de forma intensa e
continuada, é o que promove a melhor sensação de realização para a vida.
Se a nossa estrada não é mais bonita, não podemos culpar a ninguém, as flores que estão nela, fomos nós que plantamos. Os amigos, esses podem até ajudar, eles podem nos oferecer algumas sementes e melhorar o que vem daqui em diante, mas o plantio depende de cada um de nós.
Fazer amigos é como plantar mais flores na sua estrada. Cuidar e zelar
por essas flores, é o mesmo que abraçar e reconhecer, no dia a dia, o valor de
cada boa relação que você tem, e isso faz parte do melhor que a vida pode
oferecer!
Aélio Jalles (Lelo)
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