A vida é
uma breve linha de tempo entre o nascer e o morrer e que, no fundo, só dura,
como disse o poeta, “o espaço de um instante”. Para completar ela é dinâmica,
não para, nem mesmo para nos oferecer o tempo de raciocinar, de pensar o que
temos ou o que devemos fazer, com cada situação.
A vida segue acontecendo assim mesmo, sem trégua. Ela vai se desenrolando independente da tua capacidade de entendimento e por isso mesmo, nós não temos como evitar o cometimento dos erros, dos enganos. Erros e acertos com os quais nós seremos obrigados a conviver, por todo o resto de tempo dessa estrada.
É importante entender que são esses erros e acertos que vão sedimentando os caminhos da nossa existência e que, por todos eles, nós recebemos o “troco”. Aos poucos, nós vamos tendo a retribuição, positiva ou negativa, dessa nossa capacidade de assertividade.
A vida é cheia de alegrias, só que elas se apresentam entremeadas de acontecimentos, testes, provações e até tragédias. Embora cada existência seja diferente e específica, ninguém se isenta das feridas da vida. Os acertos nos fazem felizes e realizados, agora os erros entram em uma questão maior e de difícil aceitação.
Por vezes uma atitude, até bem pensada, tomada dentro de uma lógica positiva, é seguida de uma reação ou uma consequência inesperada e, dentro da nossa ótica, totalmente equivocada. A vida tem o seu toque de sorte e pode sempre existir um momento em que sua lógica seja traída.
Entre as luzes das alegrias e os nebulosos corredores das tristezas, entrelaçam-se as teias da vida nos desafiando a escrever a nossa própria história. Ela cobra a nossa capacidade de transformar situações, mesmo sobre fatos que podem virar nossa vida de cabeça para baixo e nos impor condições que jamais imaginamos vivenciar.
É por isso que filosoficamente se prega a isenção dos julgamentos, embora algumas atitudes sejam bem difíceis de perdoar. E mesmo que perdoar não signifique esquecer o que foi feito, nós precisaríamos ser capazes de olhar no espelho e apontar em nós mesmos, o que enxergamos dos outros.
Talvez isso nos ajudasse a buscar ângulos diferentes de perceber a atitude tomada. Por trás de uma atitude tem sempre um sentimento e embora não seja determinante, esse sentimento pode ajudar a compreender melhor o que motivou a pessoa a agir, ou de se deixar levar a agir daquela forma.
Como conselho, se é que eu posso me dar o direito de dar algum, eu diria: já que, no percurso da sua existência, você vai errar e acertar, seja mais complacente com os erros alheios. Quisera fossemos capazes de corrigir os erros, pelo menos os que temos consciência.
É que a vida é uma via de mão única, ela só vai, não tem como apagar, ou como reescrever, não tem como corrigir esse script!
Aélio Jalles (Lelo)
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o texto está bem sedimentado em questões que abrange os erros e acertos da vida de um modo geral.
ResponderExcluirOs acertos nos fazem pessoas felizes e realizadas, agora os erros é uma questão mais difícil de aceitar, o que cabe a cada um avaliar os seus efeitos e causas, e dessa forma tirar o aprendizado e a lição necessárias.
O que não pode ocorrer é deixarmos que esses erros tomem uma proporção maior em nossas vidas, nos tornando escravos de situações, comportamentos e pessoas, ou fazermos disso um vício repetitivo e vicioso.
Temos o hábito de nos tornarmos vítimas dos nossos próprios erros, como forma de justificar nossas ações, ou quando muito tentamos empurrá-los para algum culpado.
Estou colocando de um modo geral, como as pessoas acabam se comportando e com isso conduzindo suas vidas. Cabe a cada um seguir na melhor reta que o faça feliz e realizado.