quarta-feira, 13 de março de 2024

A ditadura do poder




 

O que eu tenho feito com o meu voto?

Quando eu questiono com as pessoas sobre a democracia em que nós vivemos, eu digo que na verdade vivemos uma ditadura do poder. Uma forma velada que os poderosos têm, de fazer com que o povo acredite que toma decisões.

As pessoas que estão no poder, na parte “de cima da tabela”, tomam as decisões que lhe são convenientes. Cabe a nós, o povo, assinar em baixo, aprovar o que eles decidiram e fazer de conta que estamos felizes com isso. Acabamos corresponsáveis, sem na verdade ter decidido nada.

Nós, na verdade, compramos a briga dos outros e acabamos votando no que nos dão como possibilidade, ou seja, naquele que apresenta a melhor proposta ao nosso ver. Melhor assumir: nós votamos, dentro das opções que eles, os poderosos, determinam e nos oferecem. Acabamos votando no candidato que enxergamos como sendo o “menos ruim”.

Não é à toa que as assembleias legislativas, as prefeituras e os governos estaduais, estão repletos de representantes de quem pode pagar por isso. O voto para prefeito é um bom exemplo. Vocês acham que, realmente, nós, o povo, vamos decidir alguma coisa? Ou será que; simplesmente vamos votar em quem eles vão decidir quem deve ser o prefeito?

No caso de Fortaleza, ou de qualquer outra prefeitura, o povo vai ter nas mãos uma ou duas opções. Nada de fato decidido ou escolhido por nós. Vai estar lá o candidato que melhor representa quem tem o poder. Mas essas pessoas, essas que tem o poder de decidir, elas são representantes de quem mesmo?

E nosso? Quem de fato está lá dentro, nessa hora de indicar o candidato a prefeito, para nos representar? Vocês já pensaram nisso?  Vocês já pensaram que, quem comprou o seu voto não lhe deve mais nada? Essa é uma verdade cruel, mas é a realidade que temos nas mãos.

Pois agora nós estamos novamente as portas de mais uma eleição e com a possibilidade de indicar alguém para nos representar. O candidato a vereador é sem dúvidas o candidato mais próximo do povo. Eu diria que ele é a única pessoa que o povo realmente tem a opção de escolher.

O vereador é o cara que você pode conhecer de perto, pode até mesmo ter convivência com ele. Ele deve conhecer a comunidade, a classe que vai representar, ou mesmo ter um ideal próximo do seu. Eu digo que esse é o cara que jamais pode ser um estranho.

Essa é a hora do povo fazer a diferença. A oportunidade de escolher alguém que possa, na hora das decisões, olhar por nós e saber defender o que é importante para as pessoas que o elegeram.

Procure e vote em alguém que possa lhe representar de verdade. E se você tem alguém que pode defender os seus interesses, me responda: por que votar em outro candidato?


 

 

Aélio Jalles (Lelo)







 

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quinta-feira, 7 de março de 2024

O ser mulher


Somos de uma geração que vem se superando, e, nesse caso em uma opinião bem pessoal, melhorando o padrão de comportamento.  Estamos entregando um mundo muito melhor do que o mundo que recebemos, deixando uma vida bem mais facilitada e  confortável para os nossos filhos.

Posso dizer que evoluímos na nossa maneira de conviver. Somos mais tolerantes, enxergamos com mais facilidade a diversidade e tentamos nos adaptar socialmente a esses novos comportamentos. Tentamos, é bom frisar, porque de fato ainda não entendemos, ou sabemos exatamente como conviver com todas essas mudanças.

A sexualidade feminina é um desses fatos. A maioria, podemos dizer assim, pensa que consegue tratar isso naturalmente, só que na hora que uma situação se apresenta, começa a pontuar seus “mas” e “porquês”. Estamos todos, sempre pontuando o que poderia e deveria ser adotado, dentro do que cada um é capaz de compreender e aceitar.

Melhoramos sim, mas ainda estamos longe do que se pode dizer ideal. Tome como exemplo encarar uma equidade sexual de verdade. Estamos ainda longe de conseguir levar para a cama esse sentimento de pertencimento, do prazer sexual, em igualdade de condições e evidenciando uma troca justa.

Não estou me referindo somente aos homens. Aqui eu quero também chamar atenção, para a questão que ainda existe na cabeça das mulheres. Uma condição de não conseguir se entender completamente, não ter a coragem de conhecer seu corpo, de saber como ele funciona e como consequência, acaba tentando se nortear tomando como referencia o universo masculino.

Ter equidade em uma relação, não deve significar uma comparação, o que é bom para um não deve ser aplicado para o outro. Nossos corpos funcionam de formas diferentes e em tempos distintos. Precisamos de estímulos distintos para chegar ao mesmo propósito de prazer e contentamento, e isso sim, esse final apoteótico é o que deve ser igual para ambos.

Uma amiga, em um desses exemplos bem ilustrativos, disse: “o homem funciona como fogão a gás, abriu o botão, riscou o palito, ele acende. Já a mulher é como o fogão a lenha, ela precisa de abano, de sopro, de um trabalho que exige paciência para pegar fogo. Só que depois que acende, pode inventar espeto para assar a carne”.

Embora, no fundo, eu diga que todos nós precisamos é nos entender, nos descobrir. Precisamos ter a coragem e a sabedoria de olhar para o outro com empatia. Somos complementares e mesmo não entendendo todo o processo, temos a necessidade de viver em “PARES”. Ponho “PARES” dessa forma, em destaque, pelo respeito a diversidade.

A questão da mulher ascendeu como forma de oposição ao machismo e para fazer frente ao sexíssimo. Acontece que hoje nós vivemos uma diversidade e onde os “PARES” não se formam mais só entre homens e mulheres. Somos muito mais que isso, hoje, os pares independem de raça, sexo, religião e tudo mais, são somente pares de pessoas. .

Por isso mesmo e por toda essa diversidade, digo que a questão central não pode mais ser só o “ser mulher”. Acredito que a nossa maior questão é saber ser, com toda a autenticidade, o que cada um é de fato, e mais ainda saber respeitar a forma que o outro é.  

 

Aélio Jalles (Lelo)

 


 


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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Somos todos irmãos


Findo o carnaval, é hora de retomar a vida. Em uma alusão à brincadeira de carnaval, retornar à realidade. O carnaval é a festa dos excessos, o momento de escancarar, e a oportunidade de deixar fluir os seus desejos mais íntimos, sórdidos, e que, em outra época, é reprimido pela moralidade social.

 

De volta à vida de todas essas opressões, nos cabem os ensinamentos. Sim, essa brincadeira toda deixa lições sérias, para que, em todo o resto do ano, possamos analisar os comportamentos e reverberar, nas conversas e debates, as novas linhas de um comportamento social mais adequado. Um processo de adaptação natural de todas as sociedades.

 

O que me impressiona, de fato, é que, apesar da religiosidade do nosso povo, nós ainda tenhamos que conviver com a acentuação das diferenças. Como é que pessoas que pregam o amor podem amplificar as dissociações sociais, fazendo questão de apontar as diferenças e criar conceitos indevidos para essa ou aquela pessoa?

 

A maioria das religiões ocidentais tem por seu mentor o Cristo. Uma referência do amor maior, da atitude de paz e da fraternidade. Ele tem em sua essência o bem comum. É fato que as religiões têm suas falhas, seus pecados, porque, como ecoa aos quatro cantos, são feitas por homens e homens são falhos.

 

De qualquer forma, toda a pregação feita, vem de encontro à construção da dignidade humana, da comunhão entre as pessoas, da conversão do eu em nós e da partilha do pão. Tudo o que propicia o direcionamento de uma comunhão de fatores para uma vida mais justa para todos.

 

Se a maior pregação de todas é: “amai ao próximo como a ti mesmo”, nos resta romper a insensata miopia social, e entender que teu próximo não é só quem está ao alcance das tuas mãos. Na verdade, teu próximo é todo aquele que está ao alcance da tua vista, é todo aquele que cruza o teu caminho e todo aquele para quem tu podes fazer a diferença.

 

Vou aqui me fazer valer de um ensinamento, uma dessas lições de um filme e reforçar a máxima de que: “quanto maior for o teu poder, maior deve ser a tua responsabilidade”. Essa é uma máxima cruel demais para quem tentar se omitir de tudo o que deve ser feito, e encontra o conforto de achar que: se faz a sua parte, o resto do mundo que se lixe.

 

  

 

Aélio Jalles (Lelo) 

 

 



 

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Carnavalizando a vida


A vida, mesmo cheia de obrigações e contas, abre espaço, por um curto espaço de tempo, para o confete e a serpentina do carnaval. Um espaço que, muito mais que uma fuga da realidade, ou um momento de alienação, serve como um respiro das pressões do cotidiano.

 

Eu mesmo vejo a festa como uma forma de fazer valer os excessos. É o momento de escancarar as portas e extravasar todas as questões sociais que são oprimidas no dia a dia. É a oportunidade de romper a censura prévia da sociedade, sem grandes danos morais.

 

É que, se for bem observado, pode-se ver nesse instante de tempo toda a subversão apresentada nas estereotipias. São as formas que os desejos mais sórdidos, enclausurados no âmago dos corações, se apresentam ganham forma e força através das fantasias e das performances.

 

“Já sei namorar, já sei beijar de língua”, a questão então era a permissão para sonhar e soltar o verbo. Pois o momento é agora, é carnaval e é a hora de você dizer quem é você de fato. Nada de censura, pois muito além de uma suposta alienação, esse é o momento de reconhecer a sociedade que nós vivemos.

 

Esse é o momento de tomar consciência e de perceber aonde o sapato vem apertando. Esse é o momento em que os padrões e os conceitos são postos à prova e o tempo certo para se perceber as mudanças, os ajustes sociais mais necessários que devem ser feitos.

 

É a hora de entender os novos comportamentos e tomar nota de tudo. É hora de nortear as ações, tomando por base os principais pontos do comportamento, e melhorar as relações humanas seguindo a direção que a própria sociedade aponta.

 

Faz-se necessário o respeito a todos os comportamentos. Não existe mais esse momento onde ninguém é de ninguém. Hoje uma paquera mais insistente é assédio. São readaptações sociais necessárias, mas que ainda não se tem uma total assertividade.  

 

Então, carnavalizando a vida, é importante entender que até a subversão, tão característica do carnaval, tem o seu limite. Existe uma prerrogativa básica de respeito, do qual se precisa ter consciência, mesmo que ninguém saiba exatamente como se aplica.

 

   

Aélio Jalles (Lelo)

 

 

 



 

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A mentira de mil vezes

O efeito da chamada “Mentira Ilusória” já é de senso comum e os efeitos dela sobre a ação cognitiva do ser humano, também. Não, eu não sou p...