Existem conversas que não saem da cabeça, textos,
frases, pontos de reflexão que ficam reverberando no pensamento por muito tempo.
Esse foi o caso de uma das conversas, uma dessas bem significativas, que eu
tive com um dos meus filhos.
Conversávamos sobre fazer parte, sobre estar presente na vida um do outro. Falávamos desse espaço que naturalmente é aberto entre as vidas, mas que, necessariamente, para que ele tenha o valor que merece, precisa da atitude, da condição de poder e querer, de uma vontade ambivalente de aceitação e procura.
É um espaço que, por mais que pareça lógico, tem a necessidade de ser ocupado. Como ele disse: “a questão é que as vezes nós vamos nos afastando tanto, e de tal forma, que esse espaço acaba sendo encurtado. E ele fica tão restrito, que quando tentamos ocupá-lo, acabamos é incomodando”.
Essa é uma dessas verdades que machucam e que nos obrigam a uma reflexão. Esse é um espaço que não é só físico e nem é só emocional, mas que tem a necessidade de um pertencimento que leva em conta muito mais que essas duas vertentes para existir. Nessa lógica cabem muito outros por menores.
Partindo da filosofia do Milan Kundera, na Insustentável Leveza do Ser, podemos entender que: existem muitas realidades, e que nem sempre tomamos um caminho, por uma simples opção. Por vezes somos levados por consequência, imprevistos, que fogem da nossa vontade.
Somos responsáveis por cada atitude que tomamos e, de certo, pagamos o preço devido por cada uma delas, independente de ter tido nas mãos, as opções ideais. Não estou aqui querendo eximir responsabilidades de ninguém, mas quero deixar aberta, uma reflexão do que, dentro do processo de modernidade, podemos chamar de multiverso da vida.
Pense em pessoas que já alargaram as portas da vida delas, para você e você não soube aproveitar, não quis, não pode fazer uso, ou talvez nem tenha se dado conta. Usando como raciocínio o vazio das portas que você abriu, das pessoas que você quis na sua vida, o que você diria a essas outras?
Na caminhada da vida, no abrir e fechar desses espaços que o coração cede, se faz necessário entender que nem sempre dá certo. Nem sempre o tempo, a condição e a vontade se estabelecem harmonicamente. Nem sempre fazemos exatamente o que queremos.
Faça bom uso do lugar que lhe ofereci na minha vida. Na verdade essa é uma cobrança boa. Essa é uma cobrança que só se faz, sem dúvida, para os nossos amores, para todas aquelas pessoas que queremos dentro do nosso coração.
Então, em uma dessas traduções de tudo o que é a vida, eu diria: permita que a energia emocional do sentimento fale sempre mais alto. Que essa energia possa ocupar os espaço abertos pelo coração, por que a energia do amor não se apaga nunca!
Aélio Jalles (Lelo)
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