Somos de uma geração que vem se
superando, e, nesse caso em uma opinião bem pessoal, melhorando o padrão de
comportamento. Estamos entregando um
mundo muito melhor do que o mundo que recebemos, deixando uma vida bem mais
facilitada e confortável para os nossos
filhos.
Posso dizer que evoluímos na nossa maneira de conviver. Somos mais tolerantes, enxergamos com mais facilidade a diversidade e tentamos nos adaptar socialmente a esses novos comportamentos. Tentamos, é bom frisar, porque de fato ainda não entendemos, ou sabemos exatamente como conviver com todas essas mudanças.
A sexualidade feminina é um desses fatos. A maioria, podemos dizer assim, pensa que consegue tratar isso naturalmente, só que na hora que uma situação se apresenta, começa a pontuar seus “mas” e “porquês”. Estamos todos, sempre pontuando o que poderia e deveria ser adotado, dentro do que cada um é capaz de compreender e aceitar.
Melhoramos sim, mas ainda estamos longe do que se pode dizer ideal. Tome como exemplo encarar uma equidade sexual de verdade. Estamos ainda longe de conseguir levar para a cama esse sentimento de pertencimento, do prazer sexual, em igualdade de condições e evidenciando uma troca justa.
Não estou me referindo somente aos homens. Aqui eu quero também chamar atenção, para a questão que ainda existe na cabeça das mulheres. Uma condição de não conseguir se entender completamente, não ter a coragem de conhecer seu corpo, de saber como ele funciona e como consequência, acaba tentando se nortear tomando como referencia o universo masculino.
Ter equidade em uma relação, não deve significar uma comparação, o que é bom para um não deve ser aplicado para o outro. Nossos corpos funcionam de formas diferentes e em tempos distintos. Precisamos de estímulos distintos para chegar ao mesmo propósito de prazer e contentamento, e isso sim, esse final apoteótico é o que deve ser igual para ambos.
Uma amiga, em um desses exemplos bem ilustrativos, disse: “o homem funciona como fogão a gás, abriu o botão, riscou o palito, ele acende. Já a mulher é como o fogão a lenha, ela precisa de abano, de sopro, de um trabalho que exige paciência para pegar fogo. Só que depois que acende, pode inventar espeto para assar a carne”.
Embora, no fundo, eu diga que todos nós precisamos é nos entender, nos descobrir. Precisamos ter a coragem e a sabedoria de olhar para o outro com empatia. Somos complementares e mesmo não entendendo todo o processo, temos a necessidade de viver em “PARES”. Ponho “PARES” dessa forma, em destaque, pelo respeito a diversidade.
A questão da mulher ascendeu como forma de oposição ao machismo e para fazer frente ao sexíssimo. Acontece que hoje nós vivemos uma diversidade e onde os “PARES” não se formam mais só entre homens e mulheres. Somos muito mais que isso, hoje, os pares independem de raça, sexo, religião e tudo mais, são somente pares de pessoas. .
Por isso mesmo e por toda essa diversidade, digo que a questão central não pode mais ser só o “ser mulher”. Acredito que a nossa maior questão é saber ser, com toda a autenticidade, o que cada um é de fato, e mais ainda saber respeitar a forma que o outro é.
Aélio Jalles (Lelo)
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